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Vamos priorizar vulneráveis e profissionais de saúde, diz Secretário de Vigilância

Segundo Arnaldo Correia de Medeiros,  se demonstrada a eficácia da vacina de covid-19 de acordo com o afirmado hoje (27) grupos determinados serão priorizados

Publicado em 27/06/2020 às 12h52
Atualizado em 27/06/2020 às 12h52
Cientista estuda vacina para o novo coronavírus
Cientista estuda vacina para o novo coronavírus. Crédito: Chokniti Khongchum/ Pexels

O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros, disse neste sábado (27) que, se ficar demonstrada a eficácia da vacina de covid-19 do acordo anunciado hoje, grupos de pessoas vulneráveis e profissionais de saúde e segurança serão priorizados no acesso do produto.

O governo informou há pouco que fechou uma parceria com a Universidade de Oxford e a AstraZeneca para o desenvolvimento e acesso do Brasil à vacina. O acordo prevê a compra de lotes da vacina e da transferência de tecnologia. "Se demonstrada eficácia, serão 100 milhões de doses à disposição da população brasileira". No Brasil, a tecnologia será desenvolvida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Segundo Medeiros, o desenvolvimento da vacina já está em uma etapa adiantada. "Essa vacina já está na fase 3, na fase clínica", disse durante entrevista coletiva à imprensa que está sendo realizada em Brasília.

Também presente à entrevista, o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Hélio Angotti Neto, destacou que no Brasil tem seis vacinas em testes em fase pré-clínica e que todas estão sendo acompanhadas pelo Ministério da Saúde. "Semana que vem, traremos muito mais informações envolvendo boas perspectivas", disse.

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