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Convites

Sem o Aliança, Bolsonaro admite conversas sobre filiação em outros partidos

O presidente diz que recebeu convites de três siglas, entre eles o PTB de Roberto Jefferson, e afirma não poder investir 100% no novo partido

Publicado em 14 de Agosto de 2020 às 08:09

Redação de A Gazeta

Publicado em 

14 ago 2020 às 08:09
Presidente Jair Bolsonaro na cerimônia de Prorrogação do Auxílio Emergencial
Presidente Jair Bolsonaro admitiu estar mantendo conversas sobre sua entrada em outras siglas Crédito: Isac Nóbrega/PR
Cerca de nove meses depois de ter se desfiliado do PSL, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) admitiu, nesta quinta-feira (13), estar mantendo conversas sobre sua entrada em outras siglas, disse que não pode jogar todas as fichas na criação do Aliança pelo Brasil e revelou inclusive que pode se reconciliar com a legenda pela qual se elegeu para o Palácio do Planalto.
"Eu não posso investir 100% no Aliança [pelo Brasil], em que pese o esforço de muita gente", declarou Bolsonaro, durante sua live semanal nas redes sociais. "Eu tenho que olhar outros partidos e tenho recebido convites. Três partidos me convidaram para conversar, um foi o Roberto Jefferson [do PTB]. E já conversei com o presidente de dois outros partidos", acrescentou, sem revelar o nome das legendas.
Em seguida, Bolsonaro revelou ainda uma outra possibilidade: a volta ao PSL, partido do qual se desfiliou em novembro do ano passado após romper com o deputado Luciano Bivar (PE), presidente da sigla.
"Tem uma quarta hipótese. O PSL alguns sinalizaram uma reconciliação. A gente bota as condições na mesa para reconciliar, e eles botam de lá pra cá também", declarou.
Bolsonaro destacou ainda que a expectativa era que o Aliança pelo Brasil -partido ainda não criado e que reuniria o bolsonarismo- ficasse pronto neste ano, o que não deve se concretizar. O próprio Bolsonaro tratou na live essa meta como "difícil" de ser realizada.
"Não posso jogar as fichas apenas no Aliança", disse o presidente.
Sobre seu possível retorno ao PSL, ele destacou que mantém contato com a maioria da bancada no Congresso, mas que tem "uns oito ali que não dá para conversar".
Por último, ele afirmou que pretende apresentar as justificativas aos seus seguidores que trabalham pela coleta de assinaturas do Aliança pelo Brasil caso decida voltar ao PSL ou migrar para um terceiro partido.

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