Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Professora morre após acidente em tobogã de parque em SP
São Roque

Professora morre após acidente em tobogã de parque em SP

O tobogã tem pistas individuais de 350 metros de extensão. A idade mínima para o brinquedo é acima de quatro anos

Publicado em 09 de Abril de 2023 às 09:34

Agência FolhaPress

Publicado em 

09 abr 2023 às 09:34
A professora Luciana Cerri, de Campinas, morreu na manhã de sábado (8) após sofrer um acidente no tobogã de um parque em São Roque, cidade turística a 68 km de São Paulo. Luciana e o filho de sete anos desciam no brinquedo e, por motivos ainda desconhecidos, foram arremessados e bateram na grade de proteção.
A criança estava no colo da mãe, ficou ferida e está internada na Santa Casa da cidade. A professora chegou a ser socorrida, mas não resistiu. Depois do acidente, o Ski Park, localizado em uma montanha de São Roque, no meio da Mata Atlântica, comunicou o fechamento no final de semana.
O tobogã do Ski Park, em São Roque (SP)
O tobogã do Ski Park, em São Roque (SP) Crédito: Reprodução | Ski Park
"Comunicamos aos nossos clientes que o Ski Park estará fechado por luto", diz nota oficial. O parque não divulgou nenhuma informação sobre o acidente. A turista Janini Naneri, que testemunhou o acidente, criticou o despreparo do parque, sem dar detalhes do que presenciou. "Não vou me calar, não vou permitir que outros aconteçam", disse.
Janini contou, nas redes sociais, que viu Luciana desmaiada e socorreu o filho dela, que estava muito machucado. "Ele falava: tia, eu vou precisar levar pontos?"
O acidente é investigado pela Polícia Civil de São Roque.
O tobogã tem pistas individuais de 350 metros de extensão. A idade mínima para o brinquedo é acima de quatro anos, com o acompanhamento de um responsável.
A morte de Luciana provocou comoção entre familiares, amigas e colegas de profissão. Ela é descrita como uma mulher sorridente, cheia de planos e que gostava de conversar e ajudar quem precisasse. Com algumas amigas havia combinado tomar café ou chá da tarde nos próximos dias.
"Tia Lu, era assim chamada carinhosamente pelos alunos, famílias e colegas de trabalho. Uma professora, um ser humano incrível", declarou a direção do Colégio Photon, de Campinas, onde ela trabalhava.
A professora deixa o marido e dois filhos — além do menino que estava com ela na hora do acidente, era mãe de uma adolescente de 15 anos.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Adesivo eleitoral pode levar à perda da cobertura de seguro do carro; entenda
Imagem de destaque
Atriz Laura Cardoso morre aos 98 anos em São Paulo
Imagem de destaque
'Geração Lava Jato' prefere Flávio, e idosos podem ser 'novo Nordeste' de Lula, diz diretora do Datafolha

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados