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Médica afirma à CPI não haver "ferramenta" a ser usada no início da Covid

A médica infectologista falou sobre "tratamento precoce" e autonomia médica. Luana ficou apenas 10 dias no cargo de secretária extraordinária de combate à Covid-19 no ministério

Publicado em 02/06/2021 às 14h26
À mesa, em pronunciamento, médica infectologista Luana Araújo.
Jefferson Rudy/Agência Senado. Crédito: Jefferson Rudy/Agência Senado

Questionada na CPI da Covid pelo senador Marcos Rogério (DEM-RO) a respeito de quais medidas podem ser tomadas nos casos iniciais de Covid-19, a médica Luana Araújo, ex-secretária extraordinária de enfrentamento à Covid-19, afirmou que não há hoje "nenhuma ferramenta farmacológica que possa ser usada" naquela fase da doença.

"Nós não temos nenhuma ferramenta farmacológica que possa ser usada de forma inicial que impeça a progressão da doença", afirmou.

"A gente trata ou melhora o tratamento das doenças que o paciente tenha em concomitância porque a gente sabe que as doenças fragilizam o sistema imunológico do paciente", continuou Luana.

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