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Regra enrijecida

Jogar bituca de cigarro na rua poderá render multa de R$ 500 em São Paulo

Para virar lei, PL precisa ser aprovado em segunda votação, o que deve ocorrer ainda em julho, e ser sancionado pelo prefeito Bruno Covas (PSDB)

Publicado em 09 de Julho de 2020 às 19:25

Redação de A Gazeta

Publicado em 

09 jul 2020 às 19:25
Mulher segurando um cigarro
O descarte irregular da bituca pode render multa na cidade de São Paulo Crédito: shutterstock
A Câmara Municipal de São Paulo aprovou, em primeira votação, o projeto de lei que prevê multar em R$ 500 para quem jogar bitucas de cigarro nas ruas e calçadas da cidade de São Paulo. Para virar lei, PL precisa ser aprovado em segunda votação, o que deve ocorrer ainda em julho, e ser sancionado pelo prefeito Bruno Covas (PSDB).
O projeto é de autoria do vereador Rinaldi Digilio (PSL). Ele destaca a poluição na capital decorrente do descarte irregular das bitucas, bem como a possibilidade de transmissão do coronavírus pela saliva contida.
"As bitucas são hoje os itens mais varridos da nossa cidade. E, pior do que isso, cada uma demora uma década pra se decompor. Jogar no chão é algo cultural, nem se entende aquilo como lixo. Mesmo a cidade tendo 100 mil lixeiras, acabam indo parar no chão. Somente com a multa é possível mudar essa irresponsabilidade do descarte. Sem contar que existe risco, durante a pandemia, uma vez que quem entrar em contato com o cigarro usado pode estar exposto ao contágio do vírus", explicou ao Agora o vereador.
Segundo estimativa de 2014 da ONG Rede Papel Bituca, na cidade de São Paulo são jogadas 34 milhões de pontas de cigarros nas ruas, todos os dias. A quantidade corresponde a 1,7 milhões de maços que poderiam encher um apartamento de 70 metros quadrados.
O cigarro tem um filtro feito de acetato de celulose, um tipo de plástico, que não é biodegradável, e pode demorar até 10 anos para se decompor.
Caso o projeto vire lei, os valores arrecadados com as penalizações deverão ser destinadas ao Fundo Municipal de Limpeza Urbana. A forma de fiscalização deverá ser determinada pelo Executivo.

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