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Homem suspeito de matar policial civil é morto em operação no RJ

Homem suspeito de matar policial civil é morto em operação no RJ

Segundo a polícia, Luiz Felipe Honorato Romão, conhecido como Mangabinha, disse publicamente, há seis meses, ter atacado o policial civil José Antônio Lourenço Junior

Publicado em 21 de novembro de 2025 às 13:43

Um homem suspeito de ter matado um policial civil em maio foi morto nesta sexta-feira (21) em um tiroteio com a Polícia Civil do Rio de Janeiro durante operação na Cidade de Deus, zona sudoeste da capital, liderada pela Core (Coordenadoria de Recursos Especiais). Segundo a polícia, Luiz Felipe Honorato Romão, conhecido como Mangabinha, disse publicamente, há seis meses, ter atacado o policial civil José Antônio Lourenço Junior.

Lourenço Junior foi morto em maio durante uma operação na Cidade de Deus que mirava uma fábrica de produção ilegal de gelo que atuava dentro da comunidade. Houve tiroteio com suspeitos e o policial civil foi morto. A polícia diz que Mangabinha era integrante do Comando Vermelho e atuava como soldado do tráfico, fazendo a segurança das lideranças. Ele atuava nas localidades da Cidade de Deus conhecidas como Karatê e 13.

O policial civil José Antônio Lourenço foi morto durante uma operação da corporação na Cidade de Deus, zona oeste do Rio
O policial civil José Antônio Lourenço foi morto durante uma operação da corporação na Cidade de Deus, zona oeste do Rio Crédito: Reprodução/Redes Sociais

Outros dois suspeitos de envolvimento na morte de José Antônio Lourenço Junior também já foram mortos. Gabriel Gomes da Costa, conhecido como Ratomen, foi morto em maio. Ele era apontado como gerente do tráfico na Cidade de Deus. Ygor Freitas de Andrade, o Matuê, apontado como chefe do tráfico na Gardênia Azul, foi morto em outubro.

Na quinta (20), a Polícia Civil afirmou ter prendido uma das lideranças do tráfico da Cidade de Deus. Ele era monitorado e foi encontrado em Pedra de Guaratiba, zona oeste. O homem, que não teve a identidade divulgada, também era investigado por suposto cárcere privado da namorada.

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