> >
Suspeito de assassinar policial da tropa de elite é morto durante operação no Rio

Suspeito de assassinar policial da tropa de elite é morto durante operação no Rio

De acordo com a polícia, o suspeito morto era conhecido por exibir armas de fogo em imagens postadas nas redes sociais. Em uma das últimas postagens, ele mostrou várias bebidas, carne para churrasco e publicou o dia e o horário: segunda-feira, 18h34

Publicado em 19 de agosto de 2025 às 09:52

'Ratomen', apontado como autor do assassinato agente da Core, é morto por policiais na Cidade de Deus
'Ratomen', apontado como autor do assassinato agente da Core, é morto por policiais na Cidade de Deus Crédito: Reprodução/g1 RJ

Policiais da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais) da Polícia Civil do Rio de Janeiro mataram na noite desta segunda-feira (18) um homem suspeito de participar do assassinato do agente José Antônio Lourenço Júnior, o Mocotó, em maio deste ano, durante operação na Cidade de Deus, zona oeste da capital fluminense. Gabriel Gomes da Costa, conhecido como Ratomen, foi morto em ação da Core em conjunto com a Delegacia de Homicídios da Capital.

Segundo a polícia, ele era gerente de um ponto de tráfico de drogas no Bairro 13, na Cidade de Deus, e foi localizado na comunidade, onde teria reagido a uma abordagem e foi baleado. Havia um mandado de prisão contra Ratomen, a partir de investigação realizada pela Delegacia de Homicídios da Capital.

"O traficante foi socorrido pelos policiais da Core para uma unidade de saúde, mas não resistiu", diz nota da Polícia Civil. Os agentes foram atacados por outros homens na Cidade de Deus, mas deixaram o local sem ferimentos. De acordo com a polícia, o suspeito morto era conhecido por exibir armas de fogo em imagens postadas nas redes sociais. Em uma das últimas postagens, ele mostrou várias bebidas, carne para churrasco e publicou o dia e o horário: segunda-feira, 18h34.

Outros suspeitos de participar do assassinato do policial ainda são procurados. José Antônio Lourenço foi baleado no rosto durante um tiroteio e levado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Ele passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos. Ele havia sido subsecretário de Ordem Pública do Rio e era diretor jurídico do Sindicato dos Policiais Civis.

A equipe que o agente fazia parte dava apoio à uma ação que mirava fábricas ilegais de gelo na comunidade. O objetivo, segundo as autoridades, era apurar crimes ambientais e contra o consumidor, após denúncias de venda de gelo contaminado por coliformes fecais.

Este vídeo pode te interessar

  • Viu algum erro?
  • Fale com a redação

A Gazeta integra o

The Trust Project
Saiba mais