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Corrida pela imunização

Fiocruz espera começar vacinação contra a Covid-19 até março de 2021

A Fiocruz tem parcerias com a Universidade de Oxford e com o laboratório AstraZeneca para a transferência da tecnologia de produção para o Brasil

Publicado em 06 de Novembro de 2020 às 22:18

Redação de A Gazeta

Publicado em 

06 nov 2020 às 22:18
Cientistas têm tido bons resultados em testes de vacinas para Covid-19
Cientistas têm tido bons resultados em testes de vacinas para Covid-19 Crédito: Cottonbro/ Pexels
A expectativa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) durante a corrida pela imunização contra a Covid-19 é começar a vacinação até março de 2021. É o que apontou o pesquisador-titular e vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Marco Aurélio Krieger, em entrevista ao jornalista Fábio Botacin, da Rádio CBN Vitória. A Fiocruz tem parcerias com a Universidade de Oxford e com o laboratório AstraZeneca para a transferência da tecnologia de produção para o Brasil.
De acordo com Krieger, o Brasil, por meio da Fiocruz, promove uma "ação de antecipação", já que a produção teve início antes do fim dos estudos clínicos. Segundo o pesquisador, a iniciativa teve como base os dados preliminares das duas primeiras fases e leva em conta a situação de emergência.
"A ideia é submeter o registro da Anvisa ao mesmo tempo em que as vacinas serão produzidas, para que ainda no primeiro trimestre possam ser distribuídas as primeiras 30 milhões de doses", disse.
Marco Aurélio ainda detalhou que não há definição até o momento sobre quem deve receber as vacinas de forma prioritária. O estudo é feito pelo Ministério da Saúde e o pesquisador acredita que indivíduos que apresentam risco de desenvolver um quadro mais grave da doença e aqueles que estão na linha de frente devem receber as doses primeiro.
Perguntado sobre a quantidade de doses que cada um deve receber, o representante da Fiocruz afirmou que dados de fases inicias mostram a possibilidade de apenas uma dose ser distribuída, mas que os resultados em pessoas testadas com duas doses foram "ainda melhores".
"Estudos ainda estão em andamento, mas dados da fase um, que já foram publicados, são resultados promissores. Eles mostram que 90% das pessoas com uma dose já são capazes de produzir anticorpos. Em pessoas testadas com duas doses, os resultados foram ainda melhores. Em uma situação normal, devemos ter uma estratégia de utilização de duas doses, como a maioria das vacinas", explicou.
Krieger ainda lembrou que a vacina é uma ação de prevenção, não de tratamento de doentes. "A prevenção é maior quanto maior for a cobertura que obtivermos", finalizou.

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