Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Brasil
  • Doria diz que agressões de Bolsonaro geraram mal-estar com governo chinês
Guerra da Vacina

Doria diz que agressões de Bolsonaro geraram mal-estar com governo chinês

Dificuldades na importação de doses e de insumos para a produção e envase nacional de vacinas comprometem o calendário de vacinação, sob risco de interrupção da campanha.

Publicado em 20 de Janeiro de 2021 às 17:00

Agência Estado

Publicado em 

20 jan 2021 às 17:00
O governador João Dória em coletiva sobre a aprovação da vacina da Covid-19
O governador João Dória em coletiva sobre a aprovação da vacina da Covid-19 Crédito: Romeo Campos/Futura Press/Folhapress
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), avalia haver "um mal-estar claro do governo chinês com o governo brasileiro". Durante entrevista coletiva nesta quarta-feira (20), Doria disse ser "fato", "claro e óbvio", a existência de um descontentamento em razão de "tantas agressões pronunciadas e lideradas pelo presidente Jair Bolsonaro contra a China e 'a vacina da China' e as desqualificações que fez, suportadas pelas manifestações de dois dos seus filhos Carlos e Eduardo Bolsonaro".
"Não é por outra razão que o presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) foi se encontrar hoje, ainda que virtualmente com o embaixador da China", completou Doria. Segundo relatou o presidente da Câmara, em entrevista à GloboNews, após reunião com o diplomata chinês no Brasil, Yang Wanming, não há obstáculo político, mas, sim, técnico para a importação dos insumos. Doria, entretanto, afirmou: "Talvez o embaixador, por ser um homem extremamente educado e diplomata, não coloque isso oficialmente neste momento, mas ele mesmo reagiu em carta pública aos ataques sofridos pelo governo chinês".
Conforme mostrou o Broadcast, dificuldades na importação de doses e de insumos da China para a produção e envase nacional de vacinas comprometem o calendário de vacinação, sob risco de interrupção da campanha de imunização. Segundo o governador, não há nenhuma restrição comercial ou concorrencial, bem como dificuldade nas relações do governo paulista, para a importação das doses da China. "O laboratório Sinovac, para exportar vacinas, precisa da autorização do governo chinês. Isso é tácito e, aliás, razoável, diante de uma pandemia", afirmou o governador.
Doria também cobrou do governo federal, do filho do presidente e deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), e da chancelaria brasileira a superação deste "mal-estar" e pediu "respeito" do presidente Jair Bolsonaro no trato com a China. "Não é hora de embate", disse Doria. "Precisamos de insumos para salvar os brasileiros", completou.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem BBC Brasil
Brasil diz ter convocado diplomata argentina para cobrar explicações sobre viagem de Flávio Bolsonaro
Macário Júdice Neto está preso desde dezembro
Macário Júdice é solto com uso de tornozeleira após quase um ano de prisão
Compra on-line; Black Friday; e-commerce; compra virtual; comércio eletrônico
O consumidor mudou mais nos últimos cinco anos do que nas duas décadas anteriores

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados

Fale com a gente

Escolha o canal de sua preferência para assinar A Gazeta ou tirar dúvidas.