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Coronavírus no Brasil

Brasil tem 13.717 casos confirmados de coronavírus e 667 mortes

O balanço foi divulgado nesta terça (7). Houve 114 novas mortes em relação aos dados divulgados na segunda (6). Taxa de letalidade está em 4,9%

Publicado em 07 de Abril de 2020 às 17:25

Redação de A Gazeta

Publicado em 

07 abr 2020 às 17:25
Combate ao coronavírus deve combinar ações do poder público e privado
Combate ao coronavírus deve combinar ações do poder público e privado Crédito: Denisismagilov - stock.adobe.com
O número de casos confirmados de covid-19 no Brasil saiu de 12.056 para 13.717, conforme os dados oficiais desta terça-feira, 7. Foram 1.661 novos casos notificados nas últimas 24 horas. As mortes provocadas pelo novo coronavírus chegaram a 667. Até a segunda-feira, 553 vidas haviam sido perdidas.
Há pessoas infectadas em todos os Estados brasileiros.
Só Tocantins não registrou morte por covid-19 até este momento. Com base na comparação entre infecções e mortes, o índice de letalidade do vírus está em 4,9%.
O balanço foi divulgado pelo Ministério da Saúde na tarde desta terça, com totais atualizados até 14 horas.
Desta vez, o ministro Luiz Henrique Mandetta deve participar da entrevista coletiva. Na segunda-feira, ele estava em reunião com o presidente Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto, em um dia marcado por tensão e especulações sobre sua demissão. No fim do dia, porém, Mandetta afirmou que permaneceria na função.
Apesar dos números em ascensão, o total de pessoas infectadas no País é ainda maior. O País enfrenta problemas de oferta de testes que comprovam a contaminação pelo vírus mesmo para os casos considerados suspeitos, e o governo reconhece a subnotificação.
Na entrevista coletiva realizada nesta terça, o ministério deve detalhar a estratégia de transição do isolamento social amplo para o isolamento social seletivo.
No último boletim epidemiológico da pasta, divulgado na segunda, a medida foi inserida como recomendação para regiões que não comprometeram mais da metade da capacidade de atendimento.
O ministério passou a defender que cidades com diferentes situações de epidemia devem ter estratégias diferentes para o enfrentamento. Mesmo assim, tem reiterado que o isolamento social é a única medida disponível para que o total de infecções não cresça de maneira descontrolada e leve o sistema de saúde a um colapso.

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