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Assembleia da ONU

Bolsonaro: Brasil contribuiu para que mundo continuasse alimentado

O presidente citou que caminhoneiros, marítimos, portuários e aeroviários mantiveram ativo todo o fluxo logístico para a distribuição interna de produtos e alimentos e também para a exportação

Publicado em 22 de Setembro de 2020 às 12:58

Redação de A Gazeta

Publicado em 

22 set 2020 às 12:58
O presidente Jair Bolsonaro abriu, nesta terça-feira (22), a 75ª edição da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).
O presidente Jair Bolsonaro abriu, nesta terça-feira (22), a 75ª edição da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU). Crédito: Marcelo D. Sants/FramePhoto/Folhapress
No discurso, por vídeo, na abertura da 75ª edição da Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU), o presidente Jair Bolsonaro destacou que apesar da crise mundial, a produção rural no Brasil não parou. "O homem do campo trabalhou como nunca, produziu, como sempre, alimentos para mais de 1 bilhão de pessoas. O Brasil contribuiu para que o mundo continuasse alimentado", disse. Ele citou que caminhoneiros, marítimos, portuários e aeroviários mantiveram ativo todo o fluxo logístico para a distribuição interna de produtos e alimentos e também para a exportação.
"Nosso agronegócio continua pujante e, acima de tudo, possuindo e respeitando a melhor legislação ambiental do planeta", disse, voltando às críticas de que "mesmo com todas essas iniciativas, o Brasil é vítima de uma das mais brutais campanhas de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal".
Antes, Bolsonaro afirmou que a pandemia do novo coronavírus deixou a lição de que uma nação não pode ter dependência para a produção de insumos e meios essenciais para a sobrevivência.
"Somente o insumo da produção de hidroxicloroquina sofreu um reajuste de 500% no início da pandemia. Nesta linha, o Brasil está aberto para o desenvolvimento de tecnologia de ponta e inovação, a exemplo da indústria 4.0, da inteligência artificial, nanotecnologia e da tecnologia 5G, com quaisquer parceiros que respeitem nossa soberania, prezem pela liberdade e pela proteção de dados", frisou.

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