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Crise política

Bolsonaro bate boca com Doria em reunião com governadores do Sudeste

Presidente disse que governador de São Paulo está em um palanque ao se posicionar contra o discurso do governo federal de liberar pessoas do isolamento contra o coronavírus

Publicado em 25 de Março de 2020 às 11:06

Redação de A Gazeta

Publicado em 

25 mar 2020 às 11:06
O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta
O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta Crédito: Carolina Antunes
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse ao presidente da República, Jair Bolsonaro, que ele deveria "dar exemplo ao país, e não dividir a nação em tempos de pandemia". A declaração aconteceu durante reunião virtual do presidente com os quatro governadores do Sudeste, na manhã desta quarta-feira (25). Segundo pessoas que participaram da reunião, Bolsonaro se exaltou com a declaração do governador de São Paulo e chegou a chamá-lo de "leviano" e "demagogo".
Bolsonaro também reclamou que Doria teria se apoderado do nome dele nas eleições de 2018 e depois "virou as costas" como fez todo mundo. "Se você não atrapalhar, o Brasil vai decolar e conseguir sair da crise. Saia do palanque", disse Bolsonaro a João Doria.
A fala de Doria durou cerca de 5 minutos. "Sem diálogo não venceremos a pior crise de saúde pública da história de nosso país. Bolsonaro, início na condição de cidadão, de Brasileiro, lamentando seu pronunciamento de ontem à noite à nação. Nós estamos aqui, os quatro governadores do Sudeste, em respeito ao Brasil e aos brasileiros, e em respeito também ao diálogo e ao entendimento. O senhor, como presidente da República, tinha que dar o exemplo. Tem que ser um mandatário para comandar, para dirigir e para liderar o País e não para dividir", disse o governador paulista.
Ainda segundo Doria, o objetivo principal do governo seria salvar vidas contra o coronavírus. "A nossa prioridade é salvar vidas, presidente. Estamos preocupados com as vidas de brasileiros em nossos Estados. Preservando também empregos e o mínimo que a economia possa se manter ativa. Os Estados estão conscientes disso e governadores também".
O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, também cobrou liderança e responsabilidade do presidente da República.

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