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Após 2 dias, Bolsonaro diz lamentar 500 mil óbitos e defende tratamento precoce

Em conversa com jornalistas, em São Paulo, Bolsonaro, no entanto, voltou a defender remédios do chamado tratamento precoce, cuja eficácia não têm comprovação científica

Publicado em 21/06/2021 às 14h57
Jair Bolsonaro em Culto em comemoração dos 110 anos da Assembleia de Deus no Brasil, em Belém
Jair Bolsonaro em culto em comemoração dos 110 anos da Assembleia de Deus no Brasil, em Belém. Crédito: Isac Nóbrega/PR

Dois dias depois de o país superar a marca de 500 mil mortes por Covid-19, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta segunda-feira (21) que lamenta o fato, assim como qualquer óbito pela doença.

Em conversa com jornalistas, em Guaratinguetá (SP), Bolsonaro, no entanto, voltou a defender remédios do chamado tratamento precoce, cuja eficácia não tem comprovação científica. "É a primeira vez na história que se busca atender as pessoas depois que estão hospitalizadas".

Bolsonaro defendeu a autonomia dos profissionais da saúde para indicarem o tratamento que considerarem adequado aos pacientes. "Eu defendo a liberdade do médico poder tratar o paciente como quiser, e assim entende o Conselho Federal de Medicina", afirmou

O presidente voltou a mencionar um suposto documento do Tribunal de Contas da União (TCU) no qual, segundo ele, havia indícios da prática de supernotificação de mortes por Covid-19 por parte de governos estaduais. O órgão desmentiu e garantiu que não apontou irregularidades por parte de gestões locais.

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