Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Brasil
  • Análise de soro anti-covid requer atenção, afirma Anvisa após críticas
Após críticas

Análise de soro anti-covid requer atenção, afirma Anvisa após críticas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária  afirmou que, sem nenhum estudo realizado em humanos, o tema "requer atenção da agência reguladora na análise"

Publicado em 19 de Março de 2021 às 17:58

Agência Estado

Publicado em 

19 mar 2021 às 17:58
Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), respondeu às críticas feitas pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), sobre a "burocracia" envolvendo o soro anti-covid desenvolvido pelo Instituto Butantan. De acordo com a agência, o pedido foi apresentado sem o protocolo clínico da pesquisa, "documento básico, primário, para qualquer pedido de pesquisa clínica em seres humanos". A Anvisa afirmou que, sem nenhum estudo realizado em humanos, o tema "requer atenção da agência reguladora na análise".
Em nota, a agência também fez uma linha do tempo com todas as respostas e exigências feitas para o governo do Estado sobre o tema. "A Anvisa enviou suas considerações técnicas para o Instituto sobre o primeiro pedido no dia 4 de março. Nessas considerações, a Anvisa solicitou informações adicionais (exigências) que foram respondidas pelo Instituto no dia 13 de março e que já foram analisadas pela Agência", afirmou.
Segundo o órgão regulador, será realizada hoje uma reunião entre técnicos da Anvisa e do Instituto Butantan para tratar das informações faltantes, mas ressaltou: "É importante esclarecer também que nenhum estudo em humanos com esse soro foi realizado até o momento, o que requer atenção da agência reguladora na análise. As informações que se têm até o momento referem-se a estudos em animais."
Segundo informou o governo de São Paulo, o soro é produzido a partir do plasma doado por pessoas que já se recuperaram da covid-19 e deve ser usado até 72 horas após os primeiros sintomas, evitando que quadros mais graves da doença se desenvolvam. Entre os hospitais que oferecem o tratamento em fase de testes, estão o Israelita Albert Einstein e o Sírio-Libanês, na capital paulista.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Renato Casagrande e Ricardo Ferraço
Quaest: 67% desconhecem que Ricardo é o pré-candidato apoiado por Casagrande
Levantamento testou diferentes embates entre nomes cotados para disputar o Executivo estadual
Quaest: cenários de segundo turno para governo do ES mostram disputa acirrada
Imagem de destaque
Comprar sem sair da conversa: como a nova forma de venda está mudando o comportamento do consumidor

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados