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Sextas Crônicas

O mal é o que sai da boca

O Papa Leão XIV fez uma bela leitura das questões globais e convidou a todos para um jejum de palavras. As más. A proposta é renunciar às palavras que ferem, que dividem, que destroem
Crônica

Não há amor sozinho

Acho que nunca tive a liberdade que precisava para amá-la, para isso precisaria muito mais do que eu sozinho. Nada existe sozinho, só eu. E digamos, estou relativamente satisfeito, o que não quer dizer feliz
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Crônica

Quando a vida nos lembra que certos clichês são verdadeiros

Assim, não mais que de repente, uma figura que antes ocupava um espaço imenso não significa mais nada, um incômodo que parecia imbatível simplesmente desaparece, uma angústia grandona dorme e acorda mansa, como se não houvesse existido
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Crônica

"Ele é do Britz!", a escola superior da boemia de Vitória

De frente para a Rua Gama Rosa e de banda para a antiga sede da Prefeitura de Vitória: no Britz, moravam a alegria, o deboche, a maledicência, a inventividade, a admiração mútua e as piadas prontas
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Sextas Crônicas

Cuide dos seus achados. Esqueça os seus perdidos

Um pequeno contratempo na correria do dia a dia poderia ser apenas jogado na lixeira das irrelevâncias, mas algo me fez parar e procurar o significado mais amplo daquela perda repentina de memória
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Crônica

Uma luz no fim do brejo, quer dizer, do túnel

Ao contrário do meu amigo, eu pessoalmente acho que ideias muito mais incríveis brotarão da mente dos milhares e milhares de vereadores, deputados estaduais, federais e senadores
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Crônica

Paixão por palavras: compartilho algumas das minhas preferidas

Palavras que cato, coleciono e tiro do baú quando estou alegre ou triste, ou nem alegre nem triste, tal qual a adorável Cecília Meireles
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Crônica

Não é mole escrever sobre o grotesco do cotidiano

Extremamente banal e necessariamente profundo, como um poço mágico que não se sabe onde começa ou termina
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Crônica

Carta aberta a Milson Henriques número 2

Gostaria de ter recebido uma visita sua nesta semana. Quem sabe concluiríamos que aquela frase boa de doer que disseram dele poderia ser também sobre você: "Não há morte que o morra"
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Crônica

Eles pintam e bordam e eu não saio de cima do muro

Figuras humanas e cenas da natureza são retratadas em muros e paredes sempre em cores primárias, num estilo ingênuo cativante. Eu me pergunto com que cara ficaria a pedra do Penedo, se as autoridades permitissem mascará-la?
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