Crônica O tempo não existe, mas insiste em desfilar nesta crônica Que prazer não controlar o tempo que a rigor não existe, é apenas uma manipulação autoritária da realidade
Crônica Quem poderia adivinhar que o bidê um dia ficaria démodé? Engenheiros e arquitetos se uniram para inventar moda na área do conforto íntimo. Encolheram o tamanho dos banheiros, e quem dançou? O discreto trono da direita, o bidê
Crônica A história do meu primeiro e glorioso roubo Naquela sexta feira, Santo Agostinho faltou com a palavra. Peguei o volume de pessoa para comprar e só no bonde, a caminho de casa, me dei conta de que não havia pago.
Crônica O Centro Histórico é a raiz da nossa cidade O Centro de Vitória começou no alto, na extensão da rocha do maciço central. Quem sabe quantos indígenas ali pisaram antes do quadrado de edificações dos primeiros navegantes que vieram d’além mar?
Crônica Quando uma livraria fecha as portas, um mundo todo se fecha com ela Conheço gente que descobriu por lá que a própria companhia era boa. Gente que se entendeu como adulto, que encontrou um sentido, que criou laços e se desfez de nós
Crônica Show, dança, palestra... últimos dias foram de emoções fortes No espetáculo de dança, a precisão dos movimentos de cada ator, perfeitamente sincronizados e apoiados por sonoplastia poderosa, me fez sentir um certo orgulho de morar numa cidade onde se produz coisa tão relevante
Crônica A memória das gavetas dá de dez a zero nas suas Apesar desse precioso serviço, a gente não dá a menor bola pra elas. E olha que por esse plantão de 24 horas não pagamos nem um tostão. Vivemos em débito com as gavetas
Crônica A ilusão do "saiba mais" na era digital Comprar pelos sites de venda virou uma mania, para alegria de quem não gosta de ir a shoppings e tormenta na hora de pagar o cartão de crédito. É a tentação dos dias de hoje
Crônica Nesta metade do ano, você foi mais distração ou mais potência? Marcos de tempo ajudam a medir resultados e projetar futuros, mas podem trazer à tona o rigoroso julgamento de nós para nós mesmos
Crônica Zé Mané e Cobra Criada, cada qual com a sua cara de pau Duas narrativas honestas sobre dois crimes de oportunidade – uma, a de atuar com extrema incompetência na beirada de um fogão, e a outra, sobre uma espetacular rasteira