Crônica Por que não fazemos suco de jabuticaba? É muito saboroso, refrescante e lembra o de araçaúna. Não conhecem? Pois não sabem o que estão perdendo
Crônica Pouca gente já se deu conta de que adora colheres Aprendi com um professor alemão de design de joias, dono de uma belíssima coleção delas, que essa atração tem motivações e origens ancestrais: a colher era o primeiro objeto que a criança tomava contato na vida
Crônica Sobre o livro "Planeta Ontem", de João Moraes Em tamanho que cabe no bolso, o exemplar vem ladeado por apresentação “orelhuda” de Fernando Gomes e posfácio de Hugo Sukman, ambos tomados pelo que me parece uma legítima e genuína admiração pela prosa do escritor capixaba
Crônica Guimarães Rosa sabia das coisas: o que a vida quer da gente é coragem Nos dias em que falta coragem, a gente não sabe se pede trégua aos autoritários, sossego aos inconvenientes, afeto aos amargos, paz aos incendiários ou se enfrenta, um por um, o autoritarismo, a inconveniência, a amargura, os incêndios
Sextas Crônicas Nenhuma montanha poderá conter as vozes das minas de Minas A convite da secretaria de educação de Aimorés, onde nasci, fui levar o projeto Abraço Literário para uma roda de conversa com professores e gestores de projetos sociais. Que experiência boa
Crônica Contando vantagens sobre ficar velho Nesses últimos dias tive oportunidade de reviver ótimas emoções que fui incorporando ao longo da vida, depois do infarto que tive aos 46 anos, em pleno voo de gente que trabalha muito.
Crônica Saudade, palavra única: as lembranças não me respeitam e não me pertencem Imagino que essas coisas vinculadas ao inconsciente, do jeito que ouviu Freud, tenham uma função vital. Não é apenas uma palavra. Remete a um infinito de sentimentos e comunicação
Crônica A autoficção no livro "Morte em V.", de Reinaldo Santos Neves “Morte em V.” não é uma leitura fácil. Está mais para uma leitura intrigante. A partir da letra no título. Muitos nela veem a inicial de Vitória, a cidade, em paralelo ao romance “Morte em Veneza”, de Thomas Mann
Crônica Sobre respeitar a vontade do morto Confesso que fiquei na dúvida: comprar “Em Agosto nos Vemos” significava desrespeitar o desejo de um dos meus autores favoritos. Não comprar era perder um Gabriel García Márquez inédito em seus fantasmas e superstições
Crônica Minhas aventuras na Praia da Esquerda, da Ilha do Boi Nesta quarta-feira, cheguei lá cedinho, praticamente junto com o sol, que já nasceu disposto a torrar tudo que estivesse por aqui. A praia estava deserta, com a maré bem baixa e ondas gordas e pesadas, do tipo caixote