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Alimentação

Fadiga crônica: os alimentos que são proibidos para quem é estressado

Todo mundo tem um momento de irritação ao longo do dia, mas quando ele se torna frequente é bom ligar o alerta; alimentação e exercício físico são chaves para melhorar o humor e a fadiga crônica

Publicado em 01 de Outubro de 2019 às 14:36

Pedro Permuy

Publicado em 

01 out 2019 às 14:36
Segundo especialistas, quem sofre de fadiga tem que passar longe de açúcares, alimentos processados e carnes vermelhas em excesso.  Crédito: Freepik
O mal do século é, definitivamente, o estresse. E com o "bonitão" chegam outros problemas que podem levar qualquer um à loucura. Mas a parte boa é que tem como dar uma amenizada nesse quadro de fadiga crônica com simples mudanças de hábitos e até uma alimentação mais regrada. Afinal, o intestino é o nosso segundo cérebro. 
De acordo com a nutricionista Roberta Larica, quem sofre desse mal tem é que passar longe de açúcares, alimentos processados e carnes vermelhas em excesso. Esses itens pioram o cenário de irritabilidade porque acabam interferindo no metabolismo de cada um. A especialista complementa que cafeína e álcool são outros dois "proibidões" para quem enfrenta o problema.
Além disso, a ordem para os esquentadinhos é incluir no cardápio comidas que têm potenciais anti-inflamatórios, que por si só já cumprem um papel importante nesse detox. "Gengibre, açafrão, própolis, chá de moringa, chá verde pela manhã... Folhas verdes escuras também são uma boa", pontua ela.
Segundo Roberta, o paciente também deve manter os exames de rotina em dia, já que um probleminha em alguma vitamina pode ser gatilho para desencadear algo mais preocupante na saúde. "É importante avaliar possíveis deficiências nutricionais nos exames de sangue e níveis hormonais que podem justificar outros sintomas. Deve-se medir carência de vitamina D, C, complexo B, magnésio e ferro, por exemplo", elenca.
Além de todos os aspectos nutricionais da coisa, que tal mudar um pouquinho os hábitos para melhorar a qualidade de vida? É o que também sugere a nutricionista, que indica meditação, canto, oração ou outra atividade que tenha uma conexão de relaxamento com periodicidade. "Fazer isso pelo menos 10 minutos por dia relaxa a mente e traz muitos benefícios", fala.
"Praticar atividades físicas pela manhã é outra boa dica. E, se possível, que seja ao ar livre e um aeróbico, pois controlam com mais eficácia os níveis de cortisol e aumentam endorfina. O contato com o sol e natureza fazem um bem enorme para o corpo", defende.

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