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Abrindo o baú

Capixaba deixa a advocacia e faz sucesso com papelaria boutique

Flávia Buaiz Santos resolveu investir na sua antiga paixão

Publicado em 24 de Janeiro de 2020 às 20:07

Redação de A Gazeta

Publicado em 

24 jan 2020 às 20:07
Depois de trabalhar durante alguns anos como advogada, Flávia Buaiz Santos resolveu investir numa antiga paixão: a papelaria. É ela quem comanda a Origami Papel e Arte, que tem feio sucesso. “A proposta é a de uma papelaria boutique, que também vende presentes e oferece itens diferenciados com design de qualidade e personalizados”, explica. Além de revender produtos de outras marcas, a capixaba é responsável por pensar e pesquisar produtos autorais, incluindo as estampas exclusivas. Recentemente, ela lançou a coleção Mori, em parceria com a designer Mariana Poyares. “Misturamos papelaria com moda, criando 5 estampas e 5 produtos diferentes”, conta Flávia, que sonha em ter um projeto social estruturado. “Enquanto não realizo esse projeto, me contento com as campanhas que organizo com outras amigas por meio do Projeto Quintal Social”, diz orgulhosa. Confira o seu baú.

Não saio de casa sem.

Sempre que viajo trago algo que me remeta ao local, como uma lembrança que sempre terei. Dentre eles, tenho uma girafa que trouxe do Quênia de quando fui fazer um trabalho social com um grupo de amigas e um elefantinho que trouxe da Tailândia, onde passei a lua de mel.
A biografia do meu avô Luiz Buaiz, um livro escrito por Sandra Medeiros, que eterniza várias histórias que tive o privilégio de ouvir dele mesmo e que me lembrarão sempre a pessoa excepcional que ele foi.
O anel que era da minha avó, a que morava comigo desde quando eu era criança, e que acabou ficando comigo. Foi o anel que ela comprou com o primeiro salário.
A imagem da Sagrada Família e o terço representam meu local de oração em casa e proteção para onde vou.
De lápis. Ela representa minha paixão por papelaria desde criança e foi formada por lápis comprados ao longo dos anos, inclusive em viagens.
Os três pingentes que raramente tiro do pescoço. O casal de passarinhos, dado por meu marido quando ainda éramos namorados. O “Agnus Dei” que meu avô usava no cordão dele e me deu quando estava no hospital. E a medalha de Nossa Senhora das Graças a quem peço proteção todos os dias.

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