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Abrindo o Baú

Cantora capixaba conquista o sucesso através da música pop

Morenna lançou o EP ‘Blá Blá Blᒠe fez uma parceria com o cantor Emicida

Publicado em 10 de Abril de 2020 às 18:00

Redação de A Gazeta

Publicado em 

10 abr 2020 às 18:00
Cantora Morenna
Cantora Morenna Crédito: Divulgação
A cantora Stefany Senna, 26 anos, faz sucesso pelos palcos capixabas. Vinda de uma família musical, ela, que é conhecida como Morenna, encanta o público com a música pop. Cantora e compositora, surgiu no cenário em 2017 com o grupo “Solveris”. E, desde o ano passado, começou a despontar na carreira solo. “Em julho de 2019 lancei o primeiro EP solo intitulado ‘Blá Blá Blá’, que tem três faixas e onde conto um pouco da minha história”. Filha de uma radialista e de um engenheiro de produção, a capixaba tem nas tias maternas a inspiração. “Os parentes por parte da minha mãe são todos musicais, fazem roda de samba e pagode. Já o meu pai me introduziu na música internacional”. Ela costuma se inspirar nas artes para compor as músicas. “Na moda, fotografia, pintura e ilustrações. Adoro moda”, conta. Seu talento é tanto que já rendeu um encontro e parceria com o cantor Emicida. “Meu trabalho chegou até ele, que achou incrível. Ele me convidou para conhecer a Lab Fantasma (gravadora de música) e passamos um dia juntos. Escrevemos uma música, gravamos e iremos lançar em breve. Chamo ele de padrinho”, diz a cantora orgulhosa. Confira os objetos do Abrindo o Baú da cantora. 

Faz sucesso.

A foto do Michael Jackson que eu comprei há alguns anos. Ele é o meu maior ídolo. Ela é bem antiga, fica no meu quarto e me faz lembrar sempre do meu sonho de ser cantora.
A bola da saúde que ganhei do meu pai. É um objeto sagrado que meu pai comprou no bairro da Liberdade, em São Paulo, e que os orientais usam para dar sorte. Ela também era usada pelos ninjas como arma de guerra, além de poder ser usada como exercício de coordenação motora.
A ovelha negra. Meu pai sempre brincava comigo que eu era a ovelha negra da família. Compramos nua viagem que fizemos juntos.
A fita cassete da cantora internacional Kelela. Eu ganhei de presente. Ela fez um show em São Paulo que foi gravado neste formato de fita.
A Máscara Carranca Inca. Ganhei de uma amiga que trouxe do México e protege a casa. Fica no meu quarto e é muito especial.
O chapéu, eu gosto muito dele. Comprei numa loja de R$ 1,99 e todo mundo acha superchique.

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