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Aroma e sabor que reforçam identidade com capixabas

O café Cafuso, marca da Realcafé, é referência para a população do ES. A empresa atende a mais de 130 países

Tempo de leitura: 2min
Publicado em 16/06/2021 às 00h50
Café Cafuso
Café Cafuso: o sabor marcante do produto é uma referência para a população do Estado. Crédito: Divulgação/Café

Não é novidade para ninguém que o café é uma preferência nacional. Prova disso é que a bebida está presente em 98% dos lares, conforme pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic). No Espírito Santo, o Cafuso caiu no gosto dos capixabas e conquistou o primeiro lugar da categoria no Recall de Marcas Rede Gazeta.

O sabor marcante do produto genuinamente capixaba é uma referência para a população do Estado, mas também já ganhou o mundo. Afinal, a Realcafé, produtora da marca, atende a mais de 130 países.

O resultado vai ao encontro da história de mais de 80 anos da empresa e também do trabalho de comunicação desenvolvido. O diretor Bruno Giestas conta que um dos propósitos nos últimos anos foi intensificar a identidade do café Cafuso com os capixabas.

“Fizemos uma campanha forte, dando ênfase ao valor de nossa terra. Fomos, inclusive, a primeira marca a ser credenciada a usar o selo ‘Produto 100% Capixaba’. Além de nossa longa história, empregamos centenas de pessoas e fomentamos a economia do Estado. Trabalhamos para resgatar o capixabismo, dando valor ao que é daqui, principalmente com a nova geração”, ressalta Bruno Giestas.

A campanha foi fundamental para manter a marca forte durante a pandemia, período em que a Realcafé “mergulhou” nas redes sociais.

Bruno Giestas, diretor da Realcafé (Cafuso)
Bruno Giestas ressalta a atuação da Realcafé no fomento à economia capixaba . Crédito: Divulgação/Realcafé

“Como as pessoas eram conscientizadas a ficar em casa, usamos as redes para estabelecer esse link com os consumidores. Apresentamos receitas o tempo todo, gerando engajamento. O café é quase uma necessidade diária do consumidor. Pesquisa da Abic mostrou que 92% da população toma café. Precisamos, então, preservar essa cultura”, explica Bruno Giestas.

O parque industrial, localizado em Viana, também passou por adequações e adotou novos protocolos para evitar a disseminação do coronavírus e continuar em atividade. “Na pandemia, a fábrica ficou operando sem parar, além da atuação de promotores, vendedores e logística. A equipe fez um trabalho sensacional, e nós conseguimos fazer as entregas”, valoriza o diretor. 

Vídeo do ganhador com troféu do 29º Recall de Marcas

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