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Gestores apontam riscos e oportunidades de investimentos em 2021

Maior gestora de patrimônio independente do Espírito Santo destaca importância de diversificação para colher bons resultados

Publicado em 04 de Dezembro de 2020 às 16:09

Redação de A Gazeta

Publicado em 

04 dez 2020 às 16:09
Vinicius Souto Maior destaca a importância da diversificação dos investimentos
Vinicius Souto Maior destaca a importância da diversificação dos investimentos Crédito: Alphamar/Divulgação
Como uma maré agitada, 2020 deixou marcas importantes na economia mundial, mas também apresentou boas possibilidades para quem deseja investir. A taxa básica de juros mais baixa e a disseminação de conhecimento sobre ações fez com que o número dos que apostam nesse tipo de ativo subisse em mais de 50% apenas no Espírito Santo.
De olho nesse cenário, gestores apontam os riscos e as oportunidades de investimento para 2021. Vinicius Souto Maior, sócio e diretor de Risco e Compliance da Alphamar Investimentos - maior gestora de patrimônio independente do Espírito Santo - destaca que entrar sozinho no mundo das ações pode ser uma atitude arriscada.
“O grande risco é fazer más escolhas baseadas em vieses comportamentais e se arrepender disso, com o potencial de perdas relevantes. Por exemplo, comprar o investimento que mais subiu nos últimos meses, acreditando que continuará subindo num futuro próximo. Há o risco também de ignorar fatores que podem impactar nos retornos dos investimentos, como o potencial de inflação e mudanças nas taxas de juros daqui para frente”, explica.
Diferentemente das corretoras, a Alphamar não está vinculada a uma instituição financeira, que poderia limitar as oportunidades de investimentos, e atua em parceria com grandes plataformas de investimentos brasileiras. Os objetivos, segundo o gestor, estão alinhados aos dos clientes, levando em conta as condições de mercado e baseado em análises imparciais e isentas de qualquer outro interesse que não seja o dos nossos investidores.
Vinicius Souto Maior aponta que, para se proteger de um cenário incerto, diversificar é uma das principais chaves para o sucesso. “Se os investidores tivessem certeza de qual seria o melhor investimento, a carteira seria 100% concentrada nesse único ativo. Como essa certeza não existe, não importa o quão bem informado você esteja, a diversificação serve para te proteger. Ao investir em diversas classes diferentes de ativos, o investidor se protege contra a possibilidade do cenário econômico mostrar-se adverso justamente àquela classe que seria investida se não houvesse diversificação”, diz ele.
O especialista ainda destaca: “Temos inúmeras possibilidades, como fundos imobiliários, dólar, commodities e a composição na carteira de cada investidor depende tanto das expectativas econômicas quanto do perfil de cada um.”
Administrar o patrimônio em um ambiente de riscos torna-se ainda mais desafiador. Segundo o gestor, não basta apenas escolher algumas ações ou títulos de renda fixa e acreditar que terão a mesma rentabilidade daqui para frente.
“É preciso muita análise, separar bons investimentos daqueles outros que subiram apenas porque estavam muito depreciados e ficar muito atento às mudanças do cenário econômico que está bastante desafiador.”
Ronan Botelho espera que a agenda de reformas avance para resgatar um “cenário mais promissor”
Ronan Botelho espera que a agenda de reformas avance para resgatar um “cenário mais promissor” Crédito: Alphamar/Divulgação

AVANÇO DAS REFORMAS É ESPERADO

Com um ciclo positivo do mercado global em 2021, a expectativa de Ronan Botelho, sócio e diretor de gestão da Alphamar, é que a atividade econômica brasileira tenha recuperação no próximo ano, depois de anos de recessivos, “mas não é um cenário exuberante”, destaca.
A melhora sustentável da economia passará diretamente, segundo ele, pela implementação da agenda de reformas. “Apenas o avanço de reformas poderá resgatar um cenário mais promissor, removendo privilégios dos orçamentos públicos e viabilizando o aumento do potencial de crescimento econômico. Além disso, sem o equilíbrio das contas públicas, a tendência do real é continuar se depreciando com aumento significativo na inclinação da curva de juros, o que não somente reduz a eficácia da política monetária como dificulta a administração da dívida pública, com prêmios muito altos na venda de títulos mais longos”, finaliza Ronan.

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