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Falso seguro de automóvel transforma sonho em pesadelo

No mercado existem diversas modalidades de seguro veicular com opções para todos os bolsos, mas é preciso ter cuidado na hora de fechar negócio

Publicado em 17 de Março de 2021 às 18:40

Estúdio Gazeta

Publicado em 

17 mar 2021 às 18:40
O valor oferecido ao consumidor pelas empresas de proteção veicular é menor, mas o barato pode sair caro.
O valor oferecido ao consumidor pelas empresas de proteção veicular é menor, mas o barato pode sair caro. Crédito: Freepik
Ser dono de um carro exige providências e cuidados permanentes: licença no Detran, pagamento do IPVA, manutenção mecânica e, principalmente, a contratação de um seguro que garanta o proprietário contra várias ocorrências, como roubo e acidentes. Existem no mercado diversas modalidades de seguro para o automóvel com opções para todos os bolsos. Há, no entanto, ofertas de garantias contra esses eventos sob a denominação de “proteção veicular”, que são vendidas como se fossem um seguro, mas com intenção enganosa.
O valor oferecido ao consumidor é menor, mas o barato pode sair caro porque as associações e cooperativas de “proteção veicular” não oferecem garantias que obedeçam às normas e regras impostas ao setor de seguros, como registro e fiscalização de funcionamento pelos órgãos de governo responsáveis pela atividade seguradora, no caso, a Superintendência de Seguros Privados (Susep).
“O seguro de automóvel possui grande variedade de coberturas e é importante que o consumidor busque um corretor credenciado para encontrar a melhor opção de acordo com as suas necessidades e não caia em propaganda enganosa”, afirma Antonio Carlos Costa, presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.
Para evitar que as pessoas sejam lesadas, o sindicato esclarece as principais diferenças entre seguro e “proteção veicular”. São elas:

Autorização

A “proteção veicular” é precária por vários motivos e expõe seus associados e cooperados a riscos e perdas.
O seguro de veículos tem de obedecer a uma regulamentação e fiscalização rígidas da Susep, o que garante todos os direitos do consumidor.
O Procon não dá assistência à pessoa lesada pelo serviço de “proteção veicular”.
Se o segurado precisar cancelar seu seguro, as seguradoras fazem isso a qualquer momento. Na adesão às associações e cooperativas, isso só pode ser feito depois de 180 dias.
Fazer seguro do veículo é uma espécie de investimento. É ter a garantia de que, caso ocorra algum evento como acidente, roubo, furto, etc, as obrigações contratuais, se foram assumidas por uma seguradora, serão cumpridas e honradas no prazo estabelecido pela Susep – não mais de 30 dias. Com a “proteção veicular”, o gasto pode ser em vão e o consumidor ficará desprotegido quando mais precisar.
Entre em contato com um corretor de seguros e se informe no site da Susep se a oferta vem de empresa autorizada e fiscalizada para oferecer seguro.

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