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Empatia, vocação e humanidade: o que forma um bom médico?

Seja por afinidade, seja por aptidão, a Emescam tem como missão formar profissionais da saúde com valores éticos, morais e com olhar humano para os pacientes

Publicado em 02 de Março de 2021 às 16:01

Emescam

Publicado em 

02 mar 2021 às 16:01
Com 53 anos de história, a faculdade já graduou mais de sete mil médicos, todos com o mesmo objetivo: uma formação humana que valorize a ética, a moral, e a diversidade com um olhar humanístico da profissão.
Com 53 anos de história, a faculdade já graduou mais de sete mil médicos, todos com o mesmo objetivo: uma formação humana que valorize a ética, a moral, e a diversidade com um olhar humanístico da profissão. Foto registrada antes da pandemia Crédito: Emescam/Divulgação
Vocação, destino ou afinidade, o que define a escolha pelo curso de Medicina? Para Flávia Soares, o importante é “promover saúde, não apenas tratar doenças”. Aluna do nono período na Emescam, ela considera o olhar humano pelo paciente uma das principais ferramentas do profissional e acrescenta: ”todos carregam histórias e experiências de vida, então eu espero que meus futuros pacientes não sejam apenas tratados, mas que me ensinem também.”
Formada em 2000, Danielle Chambo desde pequena via a dedicação do pai, também médico formado pela Emescam. Hoje mastologista e professora da faculdade, ela conta que a escolha pela área teve uma influência familiar, mas sempre sentiu que ajudar o próximo era uma vocação particular e mesmo com alguns sacrifícios, afirma que a jornada valeu a pena.
Danielle Chambo se formou na Emescam em 2001 e atualmente é professora da faculdade
Danielle Chambo se formou na Emescam em 2000 e atualmente é professora da faculdade. Crédito: Arquivo pessoal
“A Medicina tem um pouco de sacerdócio, por isso nunca se resumiu a estar na frente do paciente apenas cuidando dele. É preciso responsabilidade, amor para se colocar no lugar do outro e mostrar que se preocupa de verdade”, relata Danielle.
Esse é o perfil do aluno da Emescam. Com 53 anos de história, a faculdade já graduou mais de sete mil médicos, todos com o mesmo objetivo: uma formação humana que valorize a ética, a moral, e a diversidade com um olhar humanístico da profissão.
“Nosso objetivo não é apenas formar um profissional que domine todas as técnicas, mas que também compreenda o impacto da formação dele na sociedade. A Emescam busca uma formação humana que não trate apenas a enfermidade, mas também estude a relação com a pessoa”, observa a gerente acadêmica da faculdade, Claudia Weindler.
“Já tenho uma graduação em farmácia, mas cursar medicina é a realização de um sonho. Quero poder trabalhar o diálogo e ensinar pessoas a cultivarem a própria saúde”, afirma Flávia Soares, aluno do nono período na Emescam
“Já tenho uma graduação em farmácia, mas cursar medicina é a realização de um sonho. Quero poder trabalhar o diálogo e ensinar pessoas a cultivarem a própria saúde”, afirma Flávia Soares, aluna do nono período na Emescam. Crédito: Arquivo pessoal

TECNOLOGIA APLICADA 

Com 20 anos na área, Danielle observa também a evolução do ensino da faculdade com o período em que se graduou. Para ela, as referências e tradições hoje estão alinhadas com novas tecnologias que permitem estudos práticos para maior integração entre as disciplinas.
Além de inovações na parte técnica para o ensino da Medicina, que incluem entre outros, um Centro de Simulação de última geração com reconhecimento internacional e a aplicação de softwares e recursos digitais no ensino médico, a gerente acadêmica Claudia Weindler afirma que desde o primeiro período são desenvolvidas as habilidades de se comunicar, a empatia, a capacidade de escuta e observação.
“Na Emescam, o aluno tem a oportunidade de vivenciar o ensino clínico desde o primeiro período, por meio de módulos de integração com aplicação de metodologias ativas. Assim, ele aprende a prática gradualmente, vai ganhando segurança e se prepara muito bem antes de ir para o mercado”, destaca.
Alexandre Bobbio, médico formado pela Emescam e residente obstetrícia e ginecologia, já realizou quase 100 partos
Alexandre Bobbio, médico formado pela Emescam e residente em Obstetrícia e Ginecologia, já realizou quase 100 partos Crédito: Arquivo pessoal
O renome e essas metodologias de ensino da faculdade chamaram a atenção do já formado Alexandre Bobbio. Hoje, residente em obstetrícia na maternidade Pro-Matre e ginecologia na Santa Casa de Vitória, hospital-escola próprio da Emescam, ele relembra que sempre achou a Medicina desafiadora, mas que é preciso sensibilidade para exercer a profissão.
“Sempre gostei muito de estudar biologia e anatomia. Mas assistir pela primeira vez a um parto foi a maior emoção que tive durante a faculdade. Foi diferente. Tinha muita alegria envolvida no processo”, comenta Alexandre.

COMO FORMAR UM BOM MÉDICO?

Por isso, olhar para o indivíduo como um todo, considerando os diferentes contextos sociais e socioeconômicos também faz parte da rotina de um médico. Atuar com dedicação e humanidade são ferramentas tão importantes quanto o conhecimento técnico adquirido nos livros.
“A Medicina não é uma ciência exata, porque ela também envolve o lado subjetivo, psicológico e até das crenças. Nós trabalhamos para que o aluno entenda que ele será um profissional da saúde que vai lidar com vidas e estará a serviço das pessoas. A Emescam busca, portanto, promover um percurso formativo que alinha tanto a formação em hard skills, isto é, toda a parte técnica que envolve a profissão, como em soft skills, ou seja, as habilidades pessoais dos estudantes, especialmente a empatia, a boa comunicação, a liderança e a capacidade de planejamento”, frisa Claudia.

VESTIBULAR

Na Emescam, o aluno conta com um sistema de ensino que alinha prática, teoria e tencologia em módulos de integração com metologias ativas
Na Emescam, o aluno conta com um sistema de ensino que alinha prática, teoria e tecnologia em módulos de integração com metodologias ativas. Foto registrada antes da pandemia Crédito: Emescam/Divulgação
As inscrições para o vestibular de Medicina da Emescam podem ser realizadas de forma on-line, pelo site da instituição, entre 2 de março e 19 de abril. As provas serão aplicadas em Vitória, no dia 16 de maio. Mais informações podem ser encontradas no site ou pelos telefones (27) 99259 4022 e (27) 3334 3512.

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