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Fim de um sonho

Evandro e Arthur perdem para Suécia e ES não tem mais chances de medalha na praia

A dupla que treina no Estado chegou na fase de quartas de final invicta e sem ceder sets. Nesta terça (6), porém, o time errou muito e foi superado por Ahman e Hellvig, parciais de 17/21 e 16/21

Publicado em 06 de Agosto de 2024 às 14:31

Murilo Cuzzuol

Publicado em 

06 ago 2024 às 14:31
Olimpíadas
A dupla do ES formada por Evandro e Arthur foi eliminada nas quartas de final em Paris Crédito: Vitor Jubini
Fim do sonho do Espírito Santo conseguir uma medalha no vôlei de praia nos Jogos Olímpicos de Paris. Após ver a dupla formada pelo capixaba André Stein e o paraibano George ser eliminada nas oitavas de final, nesta terça-feira (6) foi a vez do time composto por Evandro e Arthur, que treina no ES, também dar adeus à competição.
Depois de uma campanha irretocável com quatro vitórias sem ceder sets aos adversários, os dois enfrentaram a forte dupla da Suécia, Ahman e Hellvig, e acabaram derrotados por 2 sets a 0 nas quartas de final.
Os suecos venceram com parciais de 17/21 e 16/21. Diferentemente das partidas anteriores, a dupla do Brasil cometeu muitos erros, especialmente Evandro, que teve dificuldades para superar o bloqueio do time europeu.

O jogo

Os suecos chegaram confiantes e abriram quatro pontos, sem oferecerem chances aos brasileiros. Evandro apareceu em jogo e pontuou, mas o bloqueio de Hellvig unido ao ataque de Ahman pareceu encontrar o pior dia da dupla do Brasil em Paris.
Com ataques na rede, defesas que acabaram saindo, nem as chamadas de Arthur foram suficientes para fazer o duo se encontrar em quadra. Com tranquilidade, os adversários fecharam o set em 21 a 17 em apenas 22 minutos.
Na volta do intervalo, os brasileiros tentaram acompanhar, mas precisaram ver os suecos errarem para pontuar. As bolas de Hellvig e Ahman entravam na quadra adversária quase sem bloqueio e, quando defendida, quase sempre saía. Houve uma reação por parte de Evandro e Arthur, chegando a 8 a 11, mas não foi o suficiente para virar.
Com uma inversão de papéis, a dupla número 1 do mundo, que havia perdido 2 jogos no caminho, confirmou o favoritismo com a vitória por 21 a 16, e quebrou a invencibilidade do Brasil, que chegava invicto às quartas.

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