EUA diz que farão "revisão completa" da política com à Coreia do Norte

A porta-voz da Casa Branca afirmou que, não há dúvidas de que os mísseis balísticos norte-coreanos são uma ameaça à paz mundial.

Publicado em 22/01/2021 às 17h41
Atualizado em 22/01/2021 às 17h41
Vista da Casa Branca na cidade de Washington DC nos Estados Unidos
Vista da Casa Branca na cidade de Washington DC nos Estados Unidos. Crédito: Vanessa Carvalho/Brazil Photo Press/Folhapress

Sem dar detalhes, a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, anunciou nesta sexta-feira (22), que os Estados Unidos farão uma "revisão completa" da política adotada em relação à Coreia do Norte. "Não há dúvidas de que os mísseis balísticos norte-coreanos são uma ameaça à paz mundial", declarou Psaki, em coletiva de imprensa.

Apesar de sua retórica mais belicosa, o ex-presidente Donald Trump conseguiu uma aproximação com o líder da Coreia do Norte, Xi Jinping, ao longo do mandato republicano. Ele foi o primeiro presidente americano a pisar em solo norte-coreano.

Ainda na seara das relações internacionais, Psaki informou que Biden falará nesta sexta, por telefone, com o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau.

Os dois vivem um momento de desconforto após o presidente americano, no primeiro dia de mandato, cassar a licença para construção do oleoduto Keystone, que ligaria EUA e Canadá. A medida foi criticada em nota oficial por Trudeau.

Uma ligação telefônica, agora para a semana que vem, para o presidente do México, López-Obrador, também foi anunciada.

Nesta coletiva, não houve menção a eventuais telefonemas ao presidente Jair Bolsonaro. Na última quarta-feira, Psaki disse não ter informações sobre os planos de Biden sobre eventualmente contatar o chefe do Palácio do Planalto.

Psaki também foi questionada na coletiva sobre o acordo comercial entre Estados Unidos e Reino Unido, mas disse que não poderia apresentar nenhum cronograma. "O foco, agora, é o combate à pandemia e à crise econômica", declarou.

Sobre a invasão do Capitólio, a porta-voz da Casa Branca limitou-se a dizer que o governo vai montar uma força-tarefa contra o que chamou de "terrorismo doméstico".

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