Publicado em 21 de janeiro de 2021 às 17:46
- Atualizado há 5 anos
O novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou uma série de decretos - 10 no total - para impulsionar a vacinação contra a Covid-19 e aumentar as restrições a viajantes que chegam ao país. Um dia após tomar posse, o democrata afirmou que a pandemia "ficará pior antes de melhorar" e previu que o número de mortes por coronavírus "provavelmente" ultrapassará 500 mil em fevereiro. De acordo com dados da Universidade Johns Hopkins, mais de 408 mil americanos já morreram da doença. >
Dentro as principais medidas, está a exigência de testes de Covid-19 e quarentena para quem viajar de outros países aos Estados Unidos. "A saúde da nação está literalmente em jogo, não é uma hipérbole", declarou Biden.>
O democrata também assinou um decreto para permitir que as agências governamentais usem a Lei de Defesa da Produção para acelerar a produção de vacinas.>
Biden criticou a gestão de seu antecessor, Donald Trump. "No ano passado não pudemos contar com o governo federal", afirmou.>
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Segundo o novo presidente, apesar de o início da imunização contra a Covid-19 ter trazido esperança, "o resto foi um fracasso sombrio".>
Ecoando o tom de união adotado no discurso de posse, o democrata disse que pedirá ao Congresso a aprovação de mais recursos para a saúde. "Estamos em uma emergência nacional", declarou, ao clamar pelo apoio dos líderes do Congresso.>
De acordo com Biden, "levará meses" para que mais da metade da população dos EUA esteja vacinada contra o coronavírus. Por isso, ele defendeu a utilização de máscaras para frear o avanço da doença e anunciou um decreto para tornar obrigatório o uso da proteção em ônibus, trens e aviões.>
"Nossa estratégia nacional contra a pandemia é baseada em ciência, não em política", frisou Biden.>
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