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Morto a tiros

Assassinato de Villavicencio não ficará impune, diz presidente do Equador

O ataque contra Villacencio aconteceu por volta das 18h20, segundo a imprensa local, na tarde de quarta-feira (noite no Brasil).

Publicado em 10 de Agosto de 2023 às 05:40

Agência FolhaPress

Publicado em 

10 ago 2023 às 05:40
O atual presidente do Equador, Guillermo Lasso, usou as redes sociais para lamentar o assassinato de Fernando Villavicencio, 59, candidato à Presidência morto a tiros durante um ato de campanha em Quito. Lasso também afirmou que o crime não ficará impune e prometeu rigor contra o crime organizado.
"Indignado e chocado com o assassinato do candidato presidencial Fernando Villavicencio. Minha solidariedade e condolências a esposa e filhas. Pela sua memória e pela sua luta, garanto-vos que este crime não ficará impune", escreveu o presidente em uma publicação no X (antigo Twitter).
Fernando Villavicencio, candidato à presidência do Equador, foi assassinado a tiros
Fernando Villavicencio, candidato à presidência do Equador, foi assassinado a tiros Crédito: Instagram/fernandovillavicencioec
Lasso acrescentou a convocação de uma reunião de emergência na Palácio do Carondelet, sede do governo, com autoridades como as lideranças do Conselho Nacional Eleitoral, da Procuradoria-Geral do Estado e da Corte Nacional de Justiça.
"O crime organizado já percorreu um longo caminho, mas todo o peso da lei vai cair sobre eles", escreveu Lasso.
O ataque contra Villacencio aconteceu por volta das 18h20, segundo a imprensa local, na tarde desta quarta-feira (noite no Brasil). Ainda não se sabe quantos são os feridos no atentado, mas pessoas próximas da campanha afirmaram a veículos de imprensa locais que são ao redor de oito, algumas das quais internadas em uma clínica próxima ao local do evento. A polícia cercou as ruas no entorno.
Villavicencio era um ex-congressista e candidato de centro-direita pelo Movimento Construye. Em pesquisa divulgada na manhã desta quarta no perfil do candidato em redes sociais, ele aparecia com 13,5%, em segundo lugar, atrás da esquerdista Luísa González, com 26%.
O Equador vive atualmente instabilidade política e grave crise relacionada ao narcotráfico e à violência, que cresceu no último ano. A taxa de homicídios saltou de 14 para 25 por 100 mil habitantes de 2021 a 2022, e cidades como Guayaquil, a sudoeste do país, têm sido palco de onda de violência com mortos em ataques armados.
Na cidade, a maior do país, em abril, confronto entre gangues rivais em um presídio matou 12 pessoas, e os motins são constantes desde 2021. Em julho, 31 detentos morreram e 14 pessoas ficaram feridas em outro confronto em penitenciária de Quayaquil.
Antes visto como pacífico, o Equador está localizado entre o Peru e a Colômbia, grandes produtores de cocaína do mundo. Os portos equatorianos no oceano Pacífico atrai organizações criminosas pelo potencial de escoamento da produção.

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