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Depois da chuva

Mau cheiro do carpete molhado tem solução

Após passar por alagamentos, forro pode acumular mofo e precisa ser trocado
Redação de A Gazeta

Publicado em 

30 dez 2019 às 15:50

Publicado em 30 de Dezembro de 2019 às 15:50

O mau cheiro é causado pelo mofo formado no forro úmido Crédito: divulgação
Choveu, o carro estava aberto e molhou tudo. Ou você se arriscou a passar numa rua alagada e entrou água suja no veículo e deixou o carpete imundo. Essas situações, mesmo não sendo tão comuns, mas recorrentes em dias de chuva, causam transtornos para os motoristas, principalmente aquele cheiro ruim. Mas, para sua sorte, o famoso cheiro de “cachorro molhado” tem solução fácil, mas não tão rápida.
O diretor da Oficina Renova, Fábio Tessarolo, explica que o mau cheiro acontece porque, debaixo do carpete, há uma espuma que pode acumular mofo. Felipe Pezente, diretor da Vicar Serviços Automotivos, complementa que esse mesmo forro precisa ser trocado depois que molha porque ele não secará sozinho.
Segundo Fábio, o veículo pode evitar a entrada de água de duas maneiras. “O carro tem vedação nas portas com borrachas e embaixo com tampões. Se a borracha estiver em bom estado, ela consegue vedar, mas, se estiver muito gasta, a água entra mesmo com a porta bem fechada. Já os tampões podem sair, quando o carro raspa o fundo em um lugar mais alto, como um quebra-molas. Tem que verificar durante a troca de óleo”, aconselha.
Pezente explica que o procedimento de limpeza do carpete e estofados é simples, mas demorado. “Nós tiramos tudo, lavamos, deixamos secar e depois colocamos no lugar. Mas seca como roupa no varal, não tem nada para acelerar o processo.”
Tessarolo afirma que o motorista só deve resolver a situação em casa, se for um caso pequeno, como uma garrafa d’água que caiu no chão. “Em pouca quantidade, pode colocar um pano, secar com secador ou no sol.” Caso a água na cabine seja em grande quantidade, o motorista deve procurar uma oficina para secar ou trocar o carpete e vistoriar para conferir se nada estragou. “Além do mau cheiro, carros mais modernos têm módulos eletrônicos no assoalho e isso não foi projetado para entrar em contato com água.”
Se durante o processo de secagem for detectado algum problema, Tessarolo afirma que é papel da oficina encaminhar o carro para uma autorizada ou outra oficina especializada e providenciar o reparo para evitar problemas mais graves.

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