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Talk Imóveis: reveja live sobre boas práticas em condomínios

O encontro online foi mediado pela editora de Imóveis & Cia, Tatiana Paysan

Publicado em 16/07/2020 às 13h33
Atualizado em 17/07/2020 às 17h28

Com o tema "Condomínios: boas práticas da gestão à convivência", o Talk Imóveis desta quinta-feira (16) contou com a presença do advogado, professor de Direito Processual Civil e comentarista da CBN Vitória, Luiz Gustavo Tardin, e da CEO do Grupo Confiança, Patrícia Sperandio. Assim como nas outras edições, o debate foi conduzido pela editora de Imóveis & Cia, Tatiana Paysan.

Segundo Tardin, as regras de convivência estão formatadas dentro do Código Civil brasileiro e também dentro da convenção do próprio condomínio.

Luiz Gustavo Tardin

Advogado, professor de Direito Processual Civil e comentarista da CBN Vitória

"Quando uma construtora entrega um prédio é assinada uma convenção onde os condôminos estabelecem as regras entre si. Esse documento tem que ser assinado por no mínimo dois terços dos moradores e depois precisa ser registrado no cartório de imóveis."

Ainda de acordo com ele, as regras dos condomínios devem ser criadas pelos próprios moradores por meio de uma assembleia. "Compete ao síndico, tanto o profissional como aquele que é morador, cumprir todas essas regras estabelecidas."

Em tempos de pandemia, Patrícia destaca que os condomínios e as administradoras estão se adaptando e se inovando. Há casos de que todos os espaços de área comum foram bloqueados e há aqueles que cederam o uso com restrições. "Teve prédio que bloqueou completamente as áreas de lazer. Mas teve condomínio que liberou a academia com regras de apenas uma pessoa usar e ficar responsável pela higienização. Também teve caso de votação em assembleia e foi unânime não liberar nada. Esse é um trabalho de gestão que a administradora vai realizando junto com os síndicos."

Neste cenário complexo devido ao novo coronavírus, Patrícia observa que a solidariedade tem ganhado cada vez mais espaço.

Patrícia Sperandio

CEO do Grupo Confiança

"Muitos clientes têm feito ações solidárias como arrecadação de cestas básicas. Teve um prédio que arrecadou 50 para doações. Também teve um prédio que a síndica fez máscaras e deu para todos os moradores e também doou para moradores de rua. Os condomínios são uma fonte de ações solidárias que podem estar colaborando para um mundo melhor"

Ainda segundo Patrícia, o dia a dia dos prédios está diretamente ligado ao Direito. "Precisamos de fato desse engajamento entre síndico, assessoria jurídica e administradora", explica a especialista, acrescentando que há sempre muito o que discutir sobre condomínios, sobretudo neste "novo normal" que estamos vivendo.

No topo desta matéria está disponível o vídeo com o debate completo. Confira!

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