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Vitor Jubini
Crônica Visual

Coronavírus, dengue e febre amarela: lições epidemiológicas em fotos

Fenômenos recentes na área da saúde mostram a fragilidade humana diante das doenças e o que deve ser feito para controlá-las

Vitor Jubini

Editor de Fotografia

Publicado em 10 de Abril de 2021 às 10:29

Publicado em

10 abr 2021 às 10:29
Túmulos recém ocupados no cemitério de Maruípe em Vitória.
Túmulos recém-ocupados no cemitério de Maruípe, em Vitória:  a contenção da Covid-19, assim como a da dengue e da febre amarela, depende de fatores individuais e governamentais  Crédito: Vitor Jubini
Volta e meia somos atingidos por surtos ou epidemias que se propagam por uma série de descuidos pessoais ou desequilíbrios ambientais. Longe de querer comparar outras moléstias com o poder devastador do coronavírus, mas em nossa história recente alguns fenômenos epidemiológicos chamam atenção.
Em 2017, alguns Estados brasileiros tiveram surtos de febre amarela, uma patologia que ronda nossas terras desde o Brasil Colônia, mas que estava aparentemente controlada no país. O Espírito Santo foi um dos Estados mais atingidos, a forma selvagem da doença transmitida por picadas dos mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes  contaminou 330 pessoas, levando 100 delas a óbito. 
A vacinação é a medida mais eficiente para controlar a doença e evitar que ela se alastre. Sendo assim, naquele ano foram aplicadas 3.077.619 doses da vacina contra febre amarela, imunizando 85,71% da população capixaba, segundo o governo do Estado. Ainda tivemos a epidemia de zika em 2015-2016, que tem forte relação com casos de microcefalias em recém-nascidos. E de maneira permanente temos o assombro da dengue, que registrou 44.978 casos suspeitos e 11 óbitos em 2020 no Espírito Santo, de acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). 
Como dito, a ideia não é comparar a capacidade destrutiva dos vírus, esses dados mostram a diferença gritante do poder letal do Sars-CoV-2 em relação a outros problemas que enfrentamos recentemente. No entanto, a contenção da Covid-19, assim como a da dengue e da febre amarela, depende de fatores individuais e governamentais. Se na dengue precisamos manter limpos nossos quintais para evitar a propagação do aedes aegypti, contra o corona devemos adotar o isolamento. E, como no caso da febre amarela, necessitamos urgentemente de vacinação em massa para varrer o coronavírus para bem longe daqui. 
Data: 04/03/2017 - ES - Cariacica - Extensa fila de pessoas que foram ao Estádio Kleber Andrade se vacinar contra a febre amarela - Editoria: Cidades - Foto: Carlos Alberto Silva - GZ
 Extensa fila de pessoas que foram ao Estádio Kleber Andrade, em Cariacica, se vacinar contra a febre amarela - 04/03/2017 Crédito: Carlos Alberto Silva
Data: 18/08/2016 - ES - Vitória - Funcionário da Prefeitura de Vitória aplicando fumacê no Bairro Jardim da Penha - Editoria: Cidades - Foto: Marcelo Prest - GZ
Funcionário da Prefeitura de Vitória aplicando fumacê para combater o mosquito da dengue no bairro Jardim da Penha -  18/08/2016 Crédito: Marcelo Prest
Covas abertas no cemitério de Maruípe em Vitória
Covas abertas no cemitério de Maruípe em Vitória no dia 24/03/2021 em meio à piora da pandemia de Covid-19  Crédito: Vitor Jubini
Túmulos recém ocupados no cemitério de Maruípe em Vitória.
Nesta sexta-feira, 09/04/2021, as covas já tinham sido todas ocupadas Crédito: Vitor Jubini

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