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Saúde

Barbeiros com doença de Chagas são capturados em Venda Nova

Dos 32 insetos capturados pela Vigilância Sanitária neste ano, 14 carregavam o protozoário causador da doença
Redação de A Gazeta

Publicado em 

29 mar 2018 às 19:05

Publicado em 29 de Março de 2018 às 19:05

Animais foram encontrados em casas próximas à matas Crédito: Divulgação/Sesa
O barbeiro, inseto que transmite a doença de Chagas, tem aparecido com frequência em Venda Nova do Imigrante, na Região Sul do Estado. Segundo a Secretaria de Saúde do município, 32 inseto já foram capturados neste ano e, dentre eles, 14 estavam contaminados. A doença, que não tem cura, é transmitida pelo barbeiro que carrega o protozoário Trypanossoma cruzi.
O aparecimento de barbeiros tem acontecido no entorno e dentro de algumas residências próximas à matas e plantações em Venda Nova do Imigrante. A coordenadora da vigilância sanitária, Camila Zandonadi, diz que as aparições não são motivo de alarde. “Essa situação esta sob controle. É comum seu aparecimento, por conta do tipo da região, por ter áreas e matas”, conta.
Ainda segundo Camila Zandonadi, o número de animais contaminados está dentro do normal. Ela afirma que a espécie de barbeiro encontrada em Venda Nova não é bom transmissor. "É um tipo de barbeiro maior e a chance de contaminação é pequena. Nos últimos dez anos, nenhum paciente positivo para doença de Chagas foi registrado em fase aguda", disse. O Espírito Santo registrou apenas um caso da doença em 2017.
A orientação é que o morador deixem o mínimo de lampadas acesas durante a noite, para que os insetos não sejam atraídos. É preciso ainda manter sempre portas e janelas fechadas. Quem encontrar o barbeiro em casa, deve ligar para a secretaria de saúde no número (28) 3546-1258 para que o inseto seja recolhido e analisado.
TRANSMISSÃO
O barceiro se alimenta de sangue e pode adquirir a doença ao picar um animal contaminado. A transmissão em humanos acontece quando o barbeiro pica a pessoa e ao mesmo tempo defeca perto do local da picada. Quando a pessoa coça a região, acaba levando o protozoário Trypanossoma cruzi à corrente sanguínea.
SINTOMAS
Os sinais iniciais da doença se produzem no próprio local onde se deu a contaminação pelas fezes do inseto. Estes sinais surgem mais ou menos de quatro a seis dias, após o contato do barbeiro com a sua vítima. Na fase aguda, há presença de febre, mal estar, falta de apetite, edemas localizados na pálpebra ou em outras partes do corpo.

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