Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Decisão

Justiça cassa mandato de vereador de Cariacica

Léo do IAPI era suspeito de oferecer exames médicos no município em troca de votos

Publicado em 26 de Janeiro de 2018 às 19:32

Redação de A Gazeta

Publicado em 

26 jan 2018 às 19:32
Alexandre Coutinho de Almeida, o Léo do IAPI, vereador de Cariacica (PDT) Crédito: Facebook | Léo do IAPI
O vereador de Cariacica Léo Alexandre Coutinho de Almeida, mais conhecido como Léo do IAPI (PDT), teve o mandato cassado pelo juiz eleitoral Izaias Eduardo da Silva, da 34ª Zona Eleitoral. O parlamentar havia sido denunciado por oferecer atendimento em unidades de saúde do município e pedir votos em troca.
Ainda cabe recurso à decisão, expedida nesta semana. Léo do IAPI afirmou que está tranquilo e que confia na "vontade de Deus".
Sobre a oferta de consultas por votos, ele afirmou que trata-se de "balela". Também disse não estar constrangido. "O eleitor que me elegeu me conhece. Conhece meu trabalho, dedicado à população há 22 anos. E não só como vereador", disse.
O vereador afirmou também que já apresentou recurso. Caberá ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES) analisá-lo.
A ação de impugnação de mandato foi apresentada por um vereador suplente. O advogado dele, Francisco Boturão Ferreira, disse que o teor da ação foi baseado em reportagens de A GAZETA e em uma sindicância feita pela Prefeitura de Cariacica sobre as solicitações de exames e consultas em Alto Lage.
"Juntamos cópia da conclusão da sindicância e existe também um inquérito da Polícia Federal", comentou. Segundo o advogado, a sindicância resultou no afastamento de um médico responsável por fazer as solicitações de consultas e exames para o vereador.
Em novembro de 2016, o Gazeta Online revelou, ouvindo fontes ligadas às apurações, que o número de consultas supostamente trocadas por votos em 12 meses girava em torno de 1,4 mil.
Em nota, a Prefeitura de Cariacica afirmou que, "em 2016, a Secretaria Municipal de Saúde (Semus), por meio da Comissao Permanente de Processo Administrativo Disciplinar (Copad), abriu sindicância para investigar a conduta de um médico que atuava no município por meio de contrato. O resultado da sindicância indicava a exoneração do profissional. Antes que a sindicância encerrasse, o médico pediu exoneração". 

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Vasco, futebol de areia
Vasco estreia com goleada na Libertadores de futebol de areia, em Vila Velha
Tombense x Rio Branco-ES, pela Série D do Brasileirão 2026
Rio Branco empata e perde chance de assumir a liderança do Grupo 12 da Série D
Rio Branco VN
Rio Branco VN passa pelo Vila e conquista primeira vitória na Copa ES

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados