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Fora de estatal

Irmão de Magno Malta é demitido e não deve ganhar espaço na Codesa

O senador do PR também ficou sem vaga no governo Bolsonaro (PSL). Ele ficará sem mandato a partir desta quinta-feira (31)

Publicado em 30 de Janeiro de 2019 às 20:05

Letícia Gonçalves

Publicado em 

30 jan 2019 às 20:05
Crédito: Montagem
Irmão do senador Magno Malta (PR), Maurício Malta não faz mais parte dos quadros da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), estatal federal. A informação foi antecipada pela Revista Crusoé e confirmada pela reportagem do Gazeta Online nesta quarta-feira (30). 
Por meio de nota, a EPL informou que a destituição dele do cargo de diretor de gestão foi uma definição do Conselho de Administração da empresa, realizada também nesta quarta. Maurício Malta ficou no cargo por 2 anos e um mês. Nos bastidores, há a informação de que ele teria interesse em ser abrigado na Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo), que é vinculada ao Ministério da Infraestrutura.
Mas a reportagem apurou que o irmão do senador do PR não deve ser indicado para uma vaga na companhia, que tem três diretorias, além da presidência, que já está certa, de acordo com o próprio ministro Tarcísio Gomes de Freitas, para o atual presidente da Arsp (Agência de Regulação de Serviços Públicos do Espírito Santo), Júlio Castiglioni. 
Questionado sobre seu destino profissional, Maurício Malta não respondeu. Por meio da assessoria da EPL, destacou apenas que não tem filiação partidária. 
Não se sabe, no entanto, se Maurício ficará sem nenhum cargo na estrutura federal, como acabou ocorrendo com Magno, não reeleito e outrora cotado para o ministério de Bolsonaro. O mandato do senador termina nesta quinta-feira (31).
Maurício Malta integrou a equipe de transição de Jair Bolsonaro. Mas até viajou para a Europa no período. De acordo com a Crusoé, ele enfrentaria resistências do núcleo militar do governo.
DERROTADOS NAS URNAS
Outros capixabas derrotados nas urnas, no entanto, tiveram mais êxito na seara administrativa. O deputado federal Carlos Manato (PSL), que ficou em segundo lugar na disputa pelo governo do Estado, será secretário especial para a Câmara Federal, na Casa Civil. Já o também deputado federal Lelo Coimbra (MDB), que não obteve a reeleição, será secretário de Desenvolvimento Social no Ministério da Cidadania.

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