Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Eleitorado

Apoio de evangélicos influencia agenda de Bolsonaro na educação

Presidente eleito prioriza defesa de pautas como a Escola Sem Partido no Congresso

Publicado em 06 de Novembro de 2018 às 09:36

Redação de A Gazeta

Publicado em 

06 nov 2018 às 09:36
Bolsonaro participou com a esposa de um culto evangélico no Rio Crédito: Fernando Frazão/Agência Brasil
O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), tem priorizado o que considera acenos ao eleitorado evangélico, decisivo para sua vitória nas urnas. Em tramitação na Câmara, o projeto de lei da “Escola Sem Partido” — que determina a afixação de cartazes em salas de aula delimitando a atuação dos professores, para coibir suposta “doutrinação” ideológica — será um dos principais focos do governo e de sua base aliada no Congresso. Além disso, líderes evangélicos que o apoiaram na eleição veem como fundamental a nomeação do futuro ministro da Educação.
Líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, o pastor Silas Malafaia é um dos que têm defendido junto ao presidente eleito que o próximo titular da pasta tenha como uma de suas prioridades “varrer da educação brasileira a ideologia esquerdista”. Malafaia tem dito que o presidente eleito se comprometeu a indicar um nome com este perfil. Para lideranças religiosas que apoiaram Bolsonaro, além do novo ministro da Educação, o apoio do governo a pautas como a Escola Sem Partido poderá manter o vínculo do presidente eleito com este eleitorado.
A importância dos evangélicos para a vitória de Bolsonaro é confirmada pelo cruzamento do resultado do segundo turno com dados do Censo de 2010 sobre religião: quanto maior o percentual de evangélicos nos 5.565 municípios brasileiros, maior foi a votação do capitão da reserva.
De maneira inédita, esses eleitores, que costumavam se dividir, optaram majoritariamente por um candidato. Nas 32 cidades com maioria protestante, Bolsonaro recebeu 74,26% dos votos. Esse percentual cai para cerca de 64,2% naquelas com entre 40% e 50% da população formada por evangélicos, e vai despencando conforme essa proporção se reduz. Nos 1.416 municípios onde os membros dessas igrejas somam menos de 10% da população, o presidente eleito teve apenas 28,07% dos votos, contra 71,93% recebidos por Fernando Haddad (PT).

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Horóscopo do dia: previsão para os 12 signos em 20/06/2026
Imagem de destaque
Brasil x Escócia: qual resultado a Seleção precisa para se classificar na liderança do grupo?
Saibari, Marrocos
Gol relâmpago de Saibari dá vitória a Marrocos sobre Escócia na Copa

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados