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Ataques em Vitória

Secretário de Segurança de Vitória: 'Não podemos ser reféns de bandidos'

Fronzio Calheira Mota defende que capixabas retomem às rotinas após os ataques desta sexta-feira (14)

Publicado em 14 de Fevereiro de 2020 às 20:25

Redação de A Gazeta

Publicado em 

14 fev 2020 às 20:25
"Não podemos ficar refém de criminosos que queiram tomar conta do nosso dia a dia", afirmou Fronzio em entrevista para A Gazeta Crédito: Elis Carvalho
“A gente precisa tentar tocar a vida com o máximo de normalidade possível porque não podemos ficar reféns de criminosos”. Esta foi a declaração do secretário de Segurança Urbana de Vitória, Fronzio Calheira Mota, no final da tarde desta sexta-feira (14), horas depois de a cidade ser palco de diversos ataques criminosos.
Durante a manhã, as principais avenidas da Capital sofreram com bloqueios, toques de recolher, tiroteios e incêndios a carros e ônibus. Por causa do medo, diversos comerciantes fecharam as portas na região da Grande Maruípe. Depois, o pânico também se estendeu para a cidade da Serra. A ação seria uma represália à morte de um adolescente por policiais militares.
"Cabe a cada um de nós dar a nossa contribuição. A cidade é muito maior que um pequeno grupo que queira tocar todo esse terror junto à população"
Fronzio Calheira Mota - Secretário de segurança urbana de Vitória
Para tentar frear os ataques, identificar os responsáveis e colaborar para que o funcionamento da cidade volte ao normal, a Polícia Militar reforçou o policiamento no entorno do Complexo da Penha, em um cerco que conta com o monitoramento do setor de inteligência e chegou a acionar dois helicópteros que sobrevoaram a Avenida Leitão da Silva.
Com a resposta do poder público, sete pessoas acabaram detidas por suspeita de envolvimento nos ataques. “As nossas forças vão reprimir esses criminosos. Temos todo um aparato que está trabalhando para que as coisas se normalizem e que haja uma diminuição da tensão. Vamos dar o nosso recado”, concluiu o secretário Fronzio.
Secretário de Segurança de Vitória - Não podemos ser reféns de bandidos
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