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Em Vila Velha

PM acusado de agredir frentista no ES apresenta terceira licença médica

A agressão ocorreu em janeiro deste ano em um posto de combustível de Vila Velha. A nova licença do sargento Clemilson Silva de Freitas vale até o dia 27 de outubro e o militar tem a primeira audiência na Justiça sobre o caso marcada para 24 de novembro

Publicado em 15 de Outubro de 2020 às 08:00

Redação de A Gazeta

Publicado em 

15 out 2020 às 08:00
Policial deu tapa na cara do frentista e apontou a arma para ele — Foto: Reprodução/ TV Gazeta
Policial deu tapa na cara do frentista e apontou a arma para ele — Foto: Reprodução/ TV Gazeta Crédito: Reprodução
PM acusado de agredir frentista no ES apresenta terceira licença médica
O sargento Clemilson Silva de Freitas, que agrediu um frentista em Vila Velha, apresentou mais uma licença médica. As informações são da TV Gazeta. A agressão ocorreu em janeiro deste ano em um posto de combustível. Essa é a terceira licença apresentada pelo policial militar desde a agressão.
A primeira foi no dia 28 de janeiro e valia até o dia 23 de junho. No dia seguinte, o sargento apresentou uma nova licença até o dia 25 de agosto e, no dia 26 de agosto, ele conseguiu mais uma licença médica, que vale até o dia 27 de outubro.
Segundo a Polícia Militar, são licenças relacionadas a saúde e que dizem respeito somente às partes envolvidas. O Tribunal de Justiça do Espírito Santo aceitou a denúncia contra o sargento por agressão e a primeira audiência está marcada para o dia 24 de novembro.

O CASO

O militar foi flagrado por câmeras de segurança agredindo um frentista de um posto de combustível na Rodovia do Sol, em Vila Velha, no dia 23 de janeiro deste ano. Na ocasião, o policial desferiu um tapa no rosto do trabalhador e ainda empunhou a arma em direção a Joelcio Rodrigues.
A motivação para a agressão teria sido o atendimento ruim que o militar afirma ter recebido do frentista. “O policial estava acompanhado de uma mulher e me pediu para abastecer R$ 50. Nessa hora, eu pedi para eles descerem da moto, por motivos de segurança ao cliente. Ele achou ruim e começou a me tratar mal. Falei que não adiantava ele fazer isso e que, se quisesse, poderia conversar com o dono”, contou o frentista no dia seguinte à agressão.
Após a repercussão do caso, o militar acabou afastado pela Corregedoria e foi aberto um inquérito para a apuração dos fatos.

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