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Justiça

Ministério Público descarta envolvimento de professora com quadrilha

Aline de Paula Nunes chegou a ser presa acusada de formação de quadrilha e falsificação de documentos de carros de luxo
Redação de A Gazeta

Publicado em 

09 jun 2018 às 01:31

Publicado em 09 de Junho de 2018 às 01:31

Um dos carros de luxo apreendidos pela polícia durante operação Traitone, da Delegacia de Defraudações e Falsificações Crédito: Bianca Vaillant
A professora Aline de Paula Nunes, de 37 anos, não irá responder na Justiça pelas acusações de formação de quadrilha e falsificação de documentos de carros de luxo, na Grande Vitória. O Ministério Público não a denunciou no decorrer do processo aberto mediante inquérito policial.
Segundo o advogado da professora, David Metzker, ela foi retirada do processo pois a promotoria entendeu que Aline não participou dos crimes praticados pela quadrilha. A decisão foi publicada pelo Tribunal de Justiça (TJ-ES) na última quarta-feira (6).
Outras três pessoas, entre elas o marido dela, o militar reformado Marcos dos Santos, 42 anos, e os empresários Fábio Ferreira, 46, Paulo Henrique de LAvarenga Rodrigues, foram presas pela polícia no dia 18 de maio.
Na última quarta-feira, a equipe da Delegacia de Defraudações e Falsificações (Defa) deteve o comerciante Carlos Eduardo Alves dos Santos, o Dudu Boca, 42, preso na loja dele na Avenida Fernando Ferrari, em Vitória.
A professora Aline de Paula chegou a ser detida no dia 11 de abril, mas foi liberada por meio de pagamento de fiança. “Com esta situação, o Ministério Público entendeu que ela não vai responder por associação criminosa e demais crimes em que foi acusada, uma vez que Aline estava em posse de um produto de crime, mas desconhecia isso. Portanto, observou-se uma receptação culposa e o juiz encaminhou o caso dela para Juizado Especial”, disse o advogado.
OPERAÇÃO TRAITORE 
Todas as prisões foram realizadas em decorrência da operação Traitore deflagrada pela Delegacia de Defraudações e Falsificações (Defa), onde eram apuradas a venda de carros de luxo irregulares e com documentos falsos. 
Os veículos eram clonados, adulterados ou ainda com irregularidades de pagamento, e repassados para pessoas de boa-fé que compravam os carros por presos de mercado. Um exemplo era uma caminhonete negociada entre eles por R$ 35 mil, mas que era pedida pela quadrilha por mais de R$ 100 mil, com documentos falsos ou adulterados.
Os golpes foram descobertos pela polícia após uma vítima, ao perceber que tinha comprado um carro ilegal, denunciou o caso à polícia. Ainda está foragido Robson Teixeira Alves Gusmão, 36, que possui de mandando de prisão em aberto.

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