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Homem agride funcionária e atropela mulher em posto de combustíveis de Vila Velha

Confusão começou após recusa de atendimento e terminou com agressões físicas; suspeito fugiu antes da chegada da polícia

Publicado em 03 de Setembro de 2025 às 14:52

Jaciele Simoura

Publicado em 

03 set 2025 às 14:52
Uma funcionária de uma loja de conveniência de um posto de combustíveis em Itapuã, Vila Velha, sofreu agressões e uma gerente de vendas foi atropelada por um cliente na madrugada do dia 28 de agosto. A funcionária relatou a produtora da TV Gazeta, Joyce Patrocínio, que a confusão começou quando homem pediu para que ela servisse uma cerveja, mas teve o pedido negado.
O suspeito reagiu debochando, fazendo piadas, tratando a funcionária mal e a chamando de “sapatão desgraçada”. Ao questionar a ofensa, a mulher foi agredida pelo homem.
"Eu disse que ele poderia pegar a cerveja. Ele não gostou e começou a fazer piadinhas. Ele disse que eu tinha que sorrir para ele e que só sairia se eu sorrisse. Eu respondi então que ele iria ficar dentro da loja e continuei a fazer minhas coisas. Ele me xinga e eu fico nervosa e ele vem para cima de mim. Ele levanta a mão uma vez e na segunda me dá um tapa e vou para fora avisando que tinha sido agredida", explicou a vítima, que prefere não se identificar. 
A confusão se intensificou quando uma gerente de vendas, que também era uma cliente do posto, passava pelo local e tentou intervir. Ela também foi atacada, sendo jogada ao chão, batendo a cabeça. Imagens registradas no momento (veja acima) mostram o homem contido por um conhecido que estava no local, mas a confusão continuou.
A funcionária relatou ainda que pediu para que o suspeito permanecesse até a chegada da polícia, mas ele acabou fugindo do local. Na fuga, atropelou a gerente de vendas, acertando a perna dela. 
A Polícia Civil informou que a vítima registrou um boletim de ocorrência na Delegacia Regional de Vila Velha, pelo crime de lesão corporal. O procedimento será encaminhado ao 6º Distrito Policial do município, onde a vítima poderá realizar a representação criminal contra os envolvidos, no prazo legal de até seis meses.

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