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Funcionário de sítio viu assassino de Milena queimar roupas

Segundo o caseiro ele estava "super tranquilo", antes de terminar de incendiar a camisa, guardar a CB 300 no galpão do sítio e ir embora

Publicado em 26/03/2018 às 18h40
Atualizado em 08/11/2019 às 01h02

Um funcionário do sítio onde a moto usada no assassinato da médica Milena Gottardi Tonini foi abandonada contou, em depoimento prestado na tarde desta segunda-feira (26), no Fórum do município de Fundão, que presenciou o momento em que Dionathas Alves Vieira, de 23 anos, queimou a própria roupa, após ter executado a vítima.

Segundo a testemunha, ele estava a dois metros do criminoso, quando ele tirou a camisa, colocou no tanque de gasolina da moto, uma CB 300 vermelha, retirou novamente, encharcada de combustível, e incendiou, no terreno da propriedade. 

De acordo com o funcionário a cena foi presenciada por volta das 5h30 do sábado, dia 17 de setembro do ano passado, menos de 48 horas depois do assassinato da médica, ocorrido no estacionamento do Hospital das Clínicas, em Vitória.

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Dionathas teria entrado com o veículo pela parte de trás da propriedade, quebrando os arames da cerca. Segundo o caseiro ele estava "super tranquilo", antes de terminar de incendiar a camisa, guardar a CB 300 no galpão do sítio e ir embora.

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O fato causou estranheza à testemunha, que comunicou o que viu ao patrão, o dono do local. Ainda em depoimento, o funcionário afirmou que já havia visto Dionathas em outra ocasião, junto com Hermenegildo Palauro Filho, o Gildinho, 53, quando foram buscar o veículo no local, na semana do crime.

Gildinho e Valcir da Silva Dias são apontados pela polícia como os homens que contrataram o assassino de Milena, a mando de Hilário Antonio Fiorotti Frasson, 44, ex-marido da médica, e do pai dele, Esperidião Carlos Frasson.

AUDIÊNCIA

Nove pessoas foram ouvidas durante a audiência do caso da morte de Milena Gottardi Tonini, durante a manhã e tarde desta segunda-feira (26), no Fórum do município de Fundão. Duas das testemunhas eram de acusação, uma de defesa de Hilário Frasson, uma de defesa de Esperidião, três a favor de Valcir da Silva Dias e outras duas da defesa de Hermengildo Palauro Filho.

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