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Carnaval das minas

Mulheres se unem pela luta contra a violência em bloco de São Mateus

O Bloco das Belas desfilou pela primeira vez neste carnaval.  Durante o desfile, as integrantes homenagearam mulheres como Marielle Franco, Elza Soares e Maria da Penha
Redação de A Gazeta

Publicado em 

25 fev 2020 às 18:15

Publicado em 25 de Fevereiro de 2020 às 18:15

Mulheres se unem para brincar o carnaval e lutar contra a violência e o assédio em bloco de São Mateus Crédito: Coletivo Belas/ Divulgação
O carnaval de Guriri, no litoral de São Mateus, Norte do Espírito Santo, ganhou um reforço neste ano. Na noite deste sábado (24), o Bloco das Belas desfilou pela primeira vez nas ruas do balneário. O bloco foi idealizado pelo BELAS, coletivo auto-organizado de mulheres da cidade, e tem como objetivo alertar a sociedade sobre os casos de assédio, violência e abuso contra as mulheres. Durante o desfile, as integrantes do bloco também homenagearam mulheres como Marielle Franco, Elza Soares e Maria da Penha.
Uma das representantes do grupo, Zenilza Pauli conta que o bloco foi um sucesso e lembra que, além da alegria, o carnaval é um momento importante para fortalecer o combate a todo tipo de violência contra a mulher.
“Para o nosso coletivo é preciso celebrar o poder da mulher e levar para todos os espaços, inclusive para o carnaval, porque é  nesse tipo de festa que o assédio e a violência são muito comuns contra as mulheres”, afirmou.
Além de promover o debate sobre a violência contra as mulheres,  o bloco também aproveitou o primeiro desfile para homenagear mulheres como Marielle Franco, Elza Soares e Maria da Penha, que segundo as organizadoras são ícones na luta pelos direitos femininos.
Durante o desfile, as integrantes homenagearam mulheres como Marielle Franco, Elza Soares e Maria da Penha Crédito: Coletivo Belas / Divulgação

O COLETIVO BELAS 

De acordo com Zenilza Pauli, o Coletivo Belas iniciou suas atividades em setembro de 2018 e hoje conta com mais mais de 80 mulheres cadastradas. O grupo se reúne uma vez por mês para estudos, debates e mobilizações com a sociedade e o poder público.
“Nosso objetivo principal é fortalecer um coletivo de mulheres, com contato pessoal para além do ativismo das redes sociais. Estamos buscando o fortalecimento e pretendemos nos tornar uma referência para auxiliar mulheres vítimas de violência”, contou.

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