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Colatina registra 70% menos chuva em relação ao ano passado

Entre janeiro e agosto de 2018, choveu três vezes mais que no mesmo período de 2019

Publicado em 30/09/2019 às 09h59
Rio Doce, em Colatina, no Noroeste do ES. Crédito: Reprodução | TV Gazeta Noroeste
Rio Doce, em Colatina, no Noroeste do ES. Crédito: Reprodução | TV Gazeta Noroeste

O volume de chuva registrado em Colatina reflete bem a seca que atinge o Noroeste do Espírito Santo. Entre janeiro e agosto deste ano, choveu apenas 196 milímetros – uma quantidade que é 70% menor se comparada à do mesmo período de 2018, quando choveu mais que o triplo, atingindo a marca de 614 milímetros.

Além do acumulado parcial do ano abaixo da média, desde junho a cidade não registra mais de 10 mm de chuva por mês. E nos primeiros dez dias de setembro nem sequer uma gota caiu do céu. Todos os dados foram retirados de tabelas do índice pluviométrico do Sanear (Serviço Colatinense de Saneamento Ambiental).

MENOS CHUVA QUE EM 2015: O ANO DA SECA

O período atual de estiagem em Colatina está tão severo que o volume de chuva registrado nos oito primeiros meses deste ano chega a ser menor que o do mesmo período de 2015, que ficou marcado pela seca no Espírito Santo. Naquele ano, entre janeiro e agosto, havia chovido 213 milímetros, aproximadamente 8% a mais.

MÉDIA HISTÓRICA: 505 MM

Por meio de nota, o Incaper (Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural) informou que a média histórica de chuva em Colatina, para o período entre janeiro e agosto, é de 505 mm. Neste ano, porém, na sede do município, teria chovido apenas 42% desse valor. Ou seja, somente 209 mm.

E O ABASTECIMENTO, COMO FICA?

Principal fonte de abastecimento de Colatina, o nível do Rio Doce está atualmente em 1,1 metro, o que é considerado “aceitável pelo período tradicionalmente sem chuvas”, de acordo com a avaliação do próprio Sanear, autarquia da Prefeitura responsável pelo tratamento e distribuição de água no município.

Ainda de acordo com a entidade, 14 locais, entre escolas e comunidades, já estão sendo abastecidas por caminhões-pipa devido à seca. Apesar disso, o Sanear garante que o abastecimento não está comprometido e que, por enquanto, não há previsão de racionamento em Colatina.

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