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Segurança Pública

Extinto após a greve da polícia, BME pode voltar ainda este ano

A informação é do secretário de Segurança Pública, Roberto Sá. Mas, para isso, será preciso a recomposição da tropa e a escolha de um local físico

Publicado em 04 de Fevereiro de 2020 às 13:08

Redação de A Gazeta

Publicado em 

04 fev 2020 às 13:08
Viaturas do extinto Batalhão de Missões Especiais (BME) Crédito: Divulgação/SESP
O secretário de Estado de Segurança Pública, Roberto Sá, afirmou que o Batalhão de Missões Especiais (BME), desmembrado após a Greve da Polícia Militar em fevereiro de 2017, irá retornar. O desejo é que ele volte ainda neste ano, mas para isso será preciso a recomposição da tropa e a escolha de um local físico.
“Eu gostaria muito que fosse neste ano, mas eu não gosto de dar prazo para não cumprir. Quando eu olho para esse projeto ainda não o vejo em condições de ter um cronograma assertivo. Tenho feito o que está no meu alcance para viabilizar e quero que seja neste ano, vou fazer de tudo para que seja neste ano”, disse o secretário.
O BME foi desmembrado após a greve da Polícia Militar, sendo substituído pela Companhia Independente de Missões Especiais (Cimesp). No entanto, o retorno foi promessa de campanha do governador Renato Casagrande, que apontou a segurança pública como uma das prioridades do governo.
O secretário acrescentou que a tropa será composta por policiais experientes e mais treinados. Os novos membros da tropa devem ser substituídos das funções atuais por policiais mais novos ou por policiais da reserva, que passaram a ocupar cargos nas áreas administrativas.  
“Esses policiais estão à disposição de unidades e compondo forças táticas, inclusive, estão sendo essenciais. Estamos estudando maneiras e estratégias de substituí-los para que possam voltar e recompor (a tropa). Além disso, encontrar um local físico para receber a tropa”, disse.

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