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Acidente na BR 262: ônibus teria invadido a contramão, diz PRF

Acidente na BR 262: ônibus teria invadido a contramão, diz PRF

Três pessoas morreram no acidente, entre elas dois ocupantes do ônibus

Publicado em 1 de março de 2018 às 22:34

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Acidente com ônibus deixa mortos na BR 262 em Marechal Floriano. (Internauta do Gazeta Online)

O ônibus que se envolveu em um acidente na BR 262, em Marechal Floriano, na tarde desta quinta-feira (1º), teria invadido a contramão antes de bater contra uma carreta, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). O superintendente da PRF, Wylis Lyra, explicou que a informação foi confirmada pelos policiais que estão atendendo a ocorrência no local da batida.

Das três pessoas que morreram no acidente, duas já foram identificadas. O motorista do ônibus, Názaro Teixeira Cruz, de 42 anos, que é o dono do veículo, prestava serviços publicitários para o Hotel Fazenda. Já a mulher, identificada apenas como Tainá, trabalhava com serviços gerais na copa do hotel havia aproximadamente um ano. As informações são do proprietário do Hotel Fazenda China Park, o empresário Valdeir Nunes, em entrevista ao Gazeta Online. Valdeir disse que o ônibus que tem a logomarca do China Park era usado para fazer publicidade do estabelecimento em diversas cidades do Espírito Santo.

"O Názaro trabalhava com a gente havia 12 anos. Era um funcionário muito querido. O ônibus que ele dirigia era dele e ele rodava as cidades do Estado levando uma maquete do parque para fazer propaganda, divulgar nossa marca e nossos serviços. Ele era mineiro, mas morava há muito tempo em Campo Grande, Cariacica. Era casado e tinha dois filhos. Nós todos aqui lamentamos muito o ocorrido com os dois".

O empresário explica que a funcionária Tainá pegou uma carona com Názaro após o fim de seu expediente. Eles teriam saído do Hotel Fazenda por volta das 15 horas desta quinta-feira (01).

"O ônibus não tem cadeiras para passageiros, ele tinha apenas a cadeira do motorista e mais umas três ali na frente. O veículo era usado para carregar a maquete do hotel, por isso precisava ser vazio. A Tainá tem, como todos nossos funcionários, uma van à disposição, que deixava os trabalhadores na localidade de Vitor Hugo , de onde eles pegavam suas conduções para suas cidades. Nós damos vale-transporte a todos eles. Ela, no entanto, acabou pegando uma carona com Názaro e infelizmente aconteceu essa fatalidade. Estamos muito tristes com essa notícia, mas estamos dando todo apoio aos familiares das vítimas", acrescenta Valdeir.

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