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Publicado em 7 de fevereiro de 2026 às 08:15
Última escola a se apresentar no primeiro dia de apresentações do Grupo Especial do Carnaval de Vitória, a Imperatriz do Forte encerrou a noite de desfiles, já na madrugada deste sábado (7), com o enredo “Xirê: Festejo às Raízes”, celebrando a cultura afro-brasileira por um ponto de vista decolonial. >
A agremiação apostou na valorização da cultura negra, a ancestralidade africana e a potência da identidade brasileira no Sambão do Povo.>
No início do desfile, o carro abre-alas — que havia sido danificado pelas chuvas da última semana — enfrentou dificuldades para entrar na avenida. Apesar disso, a escola se superou e conseguiu concluir sua passagem pelo Sambão dentro do tempo. >
A escola verde e rosa buscou representar a história da cultura brasileira numa perspectiva diferente do comum. Em vez de reforçar a ideia de dor e violência associada à chegada dos africanos no Brasil, escolheu dar luz a espaços de memórias, saberes ancestrais e resistência, com foco no xirê, palavra em iorubá para roda, como expressão sagrada.>
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Confira o desfile da Imperatriz do Forte no Carnaval 2026
O desfile reafirmou a educação cultural, a valorização das raízes afro-brasileiras e do carnaval como celebração da vida, reexistência, ressignificação do passado e afirmação da cultura preta como força viva do Brasil. A Imperatriz do Forte entrou no sambódromo sob a criação do carnavalesco Marcus Paulo. >
A agremiação foi fundada em 1972 no bairro Forte São João, em Vitória. No último ano, voltou para o Grupo Especial, após um período de alternância entre a elite do samba capixaba e o grupo de acesso. >
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