Publicado em 16 de outubro de 2025 às 10:00
O mamão produzido no Espírito Santo viaja pelo mundo. O Estado exporta a fruta para aproximadamente 40 países, incluindo os Estados Unidos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).>
Na estimativa da Associação Brasileira de Exportadores e Produtores de Mamão (Brapex), até o início do tarifaço a produtos brasileiros imposto por Donald Trump, que começou a vigorar em agosto, 6% a 10% do mamão exportado mensalmente pelo Espírito Santo era destinado aos EUA.>
Para entender o impacto da medida e conhecer as expectativas do setor, a jornalista Rosi Ronquetti, que comanda o videocast Momento Agro, conversou com o presidente da Brapex, José Roberto Macedo Fontes, e o produtor e exportador de mamão Rodrigo Martins.>
José Roberto pontou que, apesar da queda nas exportações, manter o envio da fruta para o país é estratégico. “Houve uma queda no volume enviado, mas percebemos que estão ocorrendo alguns ajustes. Os exportadores estão conservando o mercado. Manter as exportações para os Estados Unidos é estratégico, pois, uma vez que se sai de um mercado, dificilmente se retorna. Assim, os envios estão mantidos e o preço final tem sido repassado ao consumidor americano”.>
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Já Rodrigo Martins explica que a exportação do mamão é feita por modal aéreo, o que torna o envio mais caro e dificulta a competitividade com países como o México, por exemplo, de onde os Estados Unidos mais compram o mamão. "Quando chegou a notícia do tarifaço de 50%, assustou tanto a nós, exportadores, quanto aos importadores”, acrescenta.>
Dê o play e confira esse bate-papo sobre o futuro da exportação do mamão capixaba. >
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