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Tinder de rico: conheça Raya, o app de pegação dos famosos

Luciana Gimenez, Diplo e Cara Delevingne são usuários do app que tem até algorítmo para medir a beleza e influência dos participantes

Publicado em 08/02/2019 às 15h38
Cara Delevingne, Diplo e Luciana Gimenez. Crédito: Montagem Gazeta Online
Cara Delevingne, Diplo e Luciana Gimenez. Crédito: Montagem Gazeta Online

Se você não for bonito, não poderá usar o Raya. E se não tiver dinheiro, também será chutado de lá. O aplicativo de pegação dos famosos e milionários tem um sistema de algoritmos que se combinam com o Instagram e medem o nível de beleza e influência dos usuários. Se não bastasse, quem quer usufruir do app precisa pagar uma taxa, que parte de US$ 7,99 mensais.

Por lá, ninguém menos que Luciana Gimenez, Alexander Wang, Anitta, Diplo, Cara Delevingne, Thaila Ayala, Rico Mansur, Don Diablo e Ruby Rose estão aguardando por um "match". A plataforma, que está fazendo fama como "o Tinder dos famosos", é queridinha das celebridades do mundo inteiro e, até pouco tempo atrás, era considerada secreta de tão exclusiva.

Anitta usou a plataforma até assumir seu relacionamento recente com Ronan Carvalho. Mas quem só fala em flores quando se refere a Raya é Luciana Gimenez. "Entrei mesmo. E não só nesse. Eu estou em tudo, amor. Até no Tinder. Quem sabe eu não arrumo um namorado?", disse a apresentadora, em tom de brincadeira. Solteira desde março do ano passado, quando rompeu o relacionamento com Marcelo de Carvalho, Luciana - no perfil do aplicativo - diz que tem 46 anos, é apresentadora de TV nascida em São Paulo e que mora em Nova York, nos Estados Unidos. 

Perfil de Luciana Gimenez no aplicativo Raya. Crédito: Reprodução
Perfil de Luciana Gimenez no aplicativo Raya. Crédito: Reprodução

Mas a discrição continua sendo um dos pontos altos do aplicativo. É que, até hoje, se você fizer um print de alguma das telas, por exemplo, será notificado de que se aquela captura de tela for parar na internet você pode ser banido. Até porque, os usuários não querem nada do que é falado lá exposto na web. 

Interface do aplicativo Raya. Crédito: Raya/Divulgação
Interface do aplicativo Raya. Crédito: Raya/Divulgação

O Raya foi lançado em 2015, em Los Angeles, pelo empresário judeu Daniel Gerndelman, e tornou-se referência para encontrar pretendentes ricos e famosos. No site oficial do aplicativo - que é todo em inglês, já que até pouco tempo atrás ele só estava disponível nos Estados Unidos -, a direção do app diz: "Qualquer um interessado deve preencher uma ficha no nosso aplicativo. Nós temos algoritmos que comparam você a celebridades e "modelos", dando um panorama do meio que você vive, interesses, idade e até orientação sexual".

Em outro trecho da descrição, o aplicativo diz que "se você é aceito na plataforma, deve pagar uma taxa mensal para permanecer ativo". Raya garante que acredita na individualidade, criatividade e compartilha histórias. No site, na seção "No que acreditamos", a plataforma elenca: "Nós acreditamos que nossos usuários não são só usuários. São membros de uma comunidade livre para expressar quem eles são e quem eles escolhem ser. Nós acreditamos em conhecer alguém para mudar a própria vida".

MOOD BOARD

Depois de aceito, o ingresso do usuário termina com a montagem do próprio perfil. Nele, é criado um mood board de fotos e músicas que são escolhidas por preferência. Como sugestão de "matches", o aplicativo não usa apenas de geolocalização, mas também indica famosos do mundo inteiro com quem você pode querer começar um relacionamento.

Afinal, no mundo do aplicativo, não é difícil combinar de encontrar alguém em outro país, já que uma grande parcela dos usuários tem seu próprio jatinho particular.

Mas, calma: para todos os outros (e nós!) mortais, ainda tem o Tinder.

 

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