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'Viva - A Vida É Uma Festa' leva universo mexicano para as telas

Novo filme da Pixar emociona com a história de um jovem mexicano que vai para o mundo dos mortos em pleno Dia de Los Muertos
Redação de A Gazeta

Publicado em 

03 jan 2018 às 23:23

Publicado em 03 de Janeiro de 2018 às 23:23

Não é à toa que “Viva – A Vida É Uma Festa” se tornou a maior bilheteria na história do México. O filme da Pixar/Disney, que estreou por lá antes do resto do mundo para coincidir com o final de semana de comemoração do Dia dos Mortos e desbancou “Os Vingadores” (2011) do topo da lista, é uma grande – e, claro, oportuna – homenagem à cultura mexicana.
Dirigida pela dupla Lee Unkrich (“Toy Story 3”, “Monstros S/A” e “Procurando “Nemo”) e Adrian Molina, a nova aventura da Pixar conta a história de Miguel, um jovem mexicano que vem de uma família em que a música é proibida desde que o tataravô de Miguel abandonou a família para tentar a carreira da músico. O problema é que o jovem é apaixonado por música e sonha em seguir os rumos de Ernesto De La Cruz, o maior músico da história da humanidade – pelo menos para Miguel.
Entre uma peripécia e outra, o protagonista acaba no mundo dos mortos durante as comemorações da data e elabora um plano para poder tocar sua música, conhecer seu ídolo e voltar para casa. As coisas logicamente não saem como ele planeja e se tornam uma grande confusão.
RITMO
“Viva – A Vida É Uma Festa” é didático à medida que apresenta toda uma cultura ao espectador. Isso, porém, deixa o filme com um pequeno problema de ritmo em seu primeiro ato – nada que comprometa, vale ressaltar. Quando o filme engrena, no entanto, o espectador mergulha na jornada de Miguel no colorido mundo dos mortos.
O filme é um festival de cores e músicas que ajudam a contar a trama e revelam pequenos segredos. O roteiro, inclusive, faz isso muito bem: sem que o público nem perceba, o texto solta dicas do rumo que a aventura vai seguir. A sutileza do roteiro em alguns pontos ajuda o espectador a acompanhar e entender o história organicamente, sem precisar de flashbacks ou explicações de tudo o que foi visto em tela até o clímax.
Mesmo sem a “porrada” emocional de outros filmes da Pixar como “Up” (2009), “Toy Story 3” e “Divertidamente” (2015), “Viva” emociona e com certeza colocará algumas lágrimas atrás dos óculos 3D no cinema (um 3D bem dispensável).
Aos poucos, após várias e interessantes reviravoltas, a aventura musical dá espaço a um filme sobre a importância da família e até mesmo sobre a importância de se ouvir os dois lados da mesma história.
Vale ressaltar que o título em português pode passar uma impressão errada sobre o filme. “Coco”, o título original, faz referência a uma personagem em torno da qual gira a trama. A título de curiosidade, o nome foi trocado no Brasil para evitar que o filme fosse chamado de “cocô” – isso não é uma piada.
Ao fim, “Viva” é mais uma ótima história da Pixar, mas também já mostra que o dedo da Disney está bem presente na produção, o que pode incomodar os saudosos dos primeiros filmes da empresa.

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