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REFORMA

Estação Leopoldina pode finalmente ser revitalizada

Após mais de 25 anos de abandono, o espaço pode virar Centro Pedagógico e Cultura

Publicado em 06 de Maio de 2018 às 14:29

Redação de A Gazeta

Publicado em 

06 mai 2018 às 14:29
Estação Leopoldina, em Argolas, Vila Velha Crédito: Felix Falcão/PMVV
Finalmente a Estação Leopoldina, abandonada há mais de 25 anos, poderá ter seu espaço revitalizado. A Prefeitura de Vila Velha finalizou as readequações do projeto do “Centro Pedagógico e Cultural Estação Leopoldina”. Agora, ele passa por apreciação do prefeito Max Filho e, em seguida, será remetido ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para aprovação.
De acordo com a prefeitura, a iniciativa possibilitará a revitalização e o resgate histórico, patrimonial e cultural do imóvel tombado pelo Iphan. “Esse processo se dará por meio da implementação de um ciclo de atividades pedagógicas e artísticas integrando o espaço num novo polo de atração turística para Vila Velha e o Espírito Santo”, comentou o secretário Municipal de Educação, Roberto Beling.
ABANDONO
Segundo o órgão, a Estação Ferroviária Leopoldina foi construída em 1895, em Argolas. Ela parou de receber passageiros de trem há pelo menos 30 anos. De lá para cá, ela foi se deteriorando e hoje está completamente destruída. Além dos danos provocados pelo tempo, como os prejuízos na estrutura, telhados quebrados e infiltrações, o patrimônio cultural teve fios e móveis roubados e virou abrigo para usuários de drogas.
NOVELA
Após anos de abandono, a Prefeitura de Vila Velha iniciou estudos para a revitalização da estação, em 2008. À época, em seu segundo mandato, o prefeito Max Filho apresentou um projeto ao Iphan que solicitou duas correções no material que foram atendidas.
Posteriormente, o instituto pediu mais duas alterações e, em agosto de 2013, o Ministério da Cultura (MinC) cedeu o imóvel à Prefeitura de Vila Velha. Em agosto de 2015, sob o governo de Rodney Miranda, a prefeitura devolveu o imóvel sem que o projeto tivesse sido implantado. Na época, o órgão disse que o investimento seria feito em parceria com empresas privadas, mas não teve sucesso.
Após assumir novamente a prefeitura, em 2017, Max Filhoreiniciou as negociações com o Iphan e solicitou novamente ao instituto que ceda o espaço para utilização do município.
 

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