Sair
Assine
Sair
Entrar

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

  • Início
  • Economia
  • Tesouro capta US$ 1,5 bi no exterior com juros de 4,7% ao ano
Tesouro Nacional

Tesouro capta US$ 1,5 bi no exterior com juros de 4,7% ao ano

Diferença para papéis dos EUA caiu para menor nível em quatro anos

Publicado em 21 de Março de 2019 às 22:34

Publicado em 

21 mar 2019 às 22:34
Dólar Crédito: Marcello Casal Jr./Agência Brasi
O Tesouro Nacional captou US$ 1,5 bilhão de investidores norte-americanos e europeus com taxa de juros de 4,7% ao ano. O dinheiro veio da emissão, feita nesta quinta-feira (21), de títulos da dívida externa com vencimento em maio de 2029. A taxa obtida na operação foi mais alta que a da última emissão do tipo, em 2017, mas a diferença em relação aos títulos norte-americanos caiu para o menor nível desde 2015.
Por meio do lançamento de títulos da dívida externa, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores internacionais com o compromisso de devolver os recursos com juros. Isso significa que o Brasil devolverá o dinheiro daqui a 10 anos com a correção dos juros acordada, de 4,7% ao ano.
Taxas menores de juros indicam redução da desconfiança dos investidores de que o Brasil não conseguirá pagar a dívida. Com os sucessivos rebaixamentos sofridos pelo país, os estrangeiros passaram a cobrar juros mais elevados para comprar os papéis brasileiros.
Na última emissão de papéis de aproximadamente 10 anos, em outubro de 2017, o Brasil havia captado US$ 3 bilhões no exterior com juros de 4,675% ao ano. Mesmo assim, os juros ainda estão inferiores aos registrados em março de 2016, quando o Tesouro tinha captado US$ 1,5 bilhão no exterior com taxas de 6,125% ao ano.
A taxa do título brasileiro foi 215,8 pontos maior que a dos títulos do Tesouro americano de 10 anos. Isso significa que o Tesouro Nacional pagará juros de 2,158 pontos percentuais ao ano, maiores que os de papéis semelhantes emitidos pelo governo dos Estados Unidos. Em outubro de 2017, a diferença estava em 235 pontos. Os títulos norte-americanos são considerados os papéis mais seguros do mundo.
De acordo com o Tesouro Nacional, o spread – diferença entre os juros dos títulos do governo brasileiro e do governo dos Estados Unidos – caiu para o menor nível desde que o Brasil perdeu o grau de investimento (selo de bom pagador concedido pelas agências internacionais de classificação de risco). Na operação de hoje, informou o órgão, a demanda foi quatro vezes superior à oferta.
Os recursos captados no exterior serão incorporados às reservas internacionais do país em 28 de março. De acordo com o Tesouro Nacional, as emissões de títulos no exterior não têm como objetivo principal reforçar as divisas do país, mas fornecer um referencial para empresas brasileiras que pretendem captar recursos no mercado financeiro internacional.
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Matuta Moderna, grupo de quadrilha tradicional
Arraiá em Linhares terá disputa entre 12 quadrilhas e R$ 19 mil em premiações
Ele trabalhava como terceirizado em uma empresa que prestava serviços à Polimix Concretos.
Montador de galpão morre eletrocutado após viga tocar fio de alta tensão em Aracruz
Viaturas da Polícia Rodoviária Federal em Viana, ES. Viaturas e agentes da PRF na Rodovia BR-262
Homem autista é localizado sozinho na BR 101 e devolvido à família pela PRF no ES

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados